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Em busca de proteção contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya, a procura pelos repelentes aumentou, e muito, nos últimos tempos. Porém, na hora de escolher o produto, alguns cuidados básicos são necessários. A SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) informa que bebês com até seis meses não devem usar repelente e que, em crianças menores de dois anos, o ideal é que seu consumo seja evitado, exceto se houver indicação de um profissional da saúde. 

As grávidas também precisam de cautela e prescrição médica. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os produtos seguros para aplicação são os que contêm substâncias ativas registradas na Agência de Proteção Ambiental (EPA) ou na própria Anvisa.

Os repelentes devem contar com as seguintes substâncias, comprovadamente eficazes, contra os insetos: icaridina, dietiltoluamida (DEET) nas versões tradicional e infantil, e o IR3535.

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