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COMO MANTER O CORAÇÃO SAUDÁVEL

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Ter um coração saudável não é tão difícil quanto se imagina. Se você tem uma vida sedentária, alimenta-se mal ou sofre com o estresse do dia-a-dia, está na hora de rever sua rotina. A disciplina, como tudo na vida, é a peça chave para a manutenção da saúde. Algumas mudanças podem te tirar da lista dos futuros candidatos às doenças cardíacas oferecendo mais qualidade de vida.
Caso você já seja hipertenso ou diabético, tenha colesterol e triglicérides elevados, ou exista histórico de doenças cardíacas na família, sua predisposição para desenvolver problemas cardiovasculares torna-se maior. Por isso, não descuide do tratamento da sua doença de base e do acompanhamento médico, pois a soma de qualquer uma dessas condições agravam as chances do infarto. A boa notícia é que aqueles que seguem o tratamento adequado e mantém o controle da doença, as probabilidades de problemas cardíacos passam a se equiparar com os da população em geral.
Manter um estilo de vida saudável é o segredo para longevidade. Mas o que é vida saudável? É praticar exercícios físicos, ter uma dieta balanceada e evitar o estresse. As duas primeiras parecem mais fáceis seguir. E como evitar o estresse? Não posso abandonar meu emprego, tenho uma vida agitada, problemas familiares, responsabilidade com filhos, casa, não sobra tempo para nada!
Lembra que falamos em disciplina? Reserve uma hora do seu dia para a prática de exercícios. Que este tempo seja sagrado e contínuo. Pesquisas e estudos comprovam que a atividade física é o melhor remédio para a prevenção e fundamental no tratamento de todas as doenças. São raras as patologias que proíbem exercícios. Mas se você definitivamente não se sente motivado às atividades físicas, use a criatividade, faça aula de dança ou eleja qualquer esporte que lhe agrade, como futebol, tênis, entre outras dezenas de modalidades. Escolha algo que te dê prazer para evitar que desista e volte a se tornar sedentário.
A falta de atividades físicas está intimamente relacionada ao estresse. Estudos revelam que pessoas que se exercitam regularmente lidam melhor com as pressões do dia a dia. Ao se exercitar o corpo produz mais endorfina, que é um neuro-hormônio produzido no hipotálamo (região do cérebro responsável pelo prazer) aliviando a ansiedade, promovendo melhora no humor, na energia e ajudando na cura da depressão. Também quem se exercita, bebe menos álcool e se alimenta melhor por conquistarem maior controle da ansiedade.
Em contrapartida, na condição de estresse, os hormônios cortisol e a adrenalina são liberados no corpo em quantidades acima das necessidades do organismo. O resultado são níveis elevados de glicose no sangue, aumento do colesterol, da pressão arterial e da frequência cardíaca, fatores desencadeantes das doenças cardíacas.
O sedentarismo também provoca aumento de peso, e ser gordinho, passa longe da questão estética. A lista de doenças agravadas pela obesidade é enorme e, da mesma forma, prejudicial ao coração pelo aumento do trabalho que ele tem que exercer para realizar suas funções. Corpo que não se movimenta, não recebe os estímulos necessários, sobrecarrega os outros órgãos e funciona mal.
Agora pare e reflita: imagine se você já faz parte do grupo de risco, como todas essas situações agravariam sua condição! Percebe que uma coisa liga-se a outra? E o efeito é dominó. Tudo se interliga e o exercício físico é a chave mestra da resolução dos problemas. Dados da Federação Mundial de Cardiologia aponta que mais de 3,5 milhões de pessoas morrem todos os anos, em decorrência do sedentarismo. As principais consequências da falta de atividade física são todas essas que já citamos: o diabetes, a hipertensão, os infartos e também os acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Preocupados com a saúde da população, o Hospital do Coração em parceria com o Ministério da Saúde elaboraram um plano alimentar e de atividades físicas para ajudar a proteger o sistema cardiovascular. Vamos conferir?

Planeje uma rotina de exercícios e veja qual se encaixa melhor no seu perfil. Tente combinar modalidades que trabalhem a força e o equilíbrio corporal além dos aspectos funcionais (pilates, yoga, musculação, RPG, etc):

  • 150 minutos de atividades físicas por semana, que podem ser divididas em 30 minutos diários (corresponde a 5 dias de atividades e 2 dias de descanso);
  • Atividades aeróbicas quatro vezes por semana, como caminhar, nadar, correr e andar de bicicleta;
  • 75 minutos de atividades físicas de alta intensidade por semana, que podem ser divididos em 25 minutos, três dias por semana;
  • Atividades de força muscular duas ou mais vezes por semana, como fortalecimento muscular ou treinos funcionais.

Segundo o cardiologista Bernardino Tranchesi Jr., trinta minutos de caminhada, pelo menos três vezes por semana, já é benéfico para o sistema cardiovascular como medida preventiva. Para benefícios adicionais relacionados a tratamento da saúde, indica-se 300 minutos semanais.

E acredite, por mais que no primeiro momento possa parecer um sacrifício, logo seu corpo se acostuma, pois a endorfina liberada durante os exercícios tem a santa vantagem de provocar o vício do bem-estar. Basta comprovar a necessidade que os atletas têm de se exercitar constantemente. Você, com certeza, conhece alguém assim. Preste atenção.

Já para as atividades físicas mais elaboradas ou de maior intensidade, apenas deve ser iniciada após uma avaliação médica criteriosa. Os esforços físicos acima da capacidade individual são, igualmente, prejudiciais ao coração.

 Dieta Cardioprotetora
Inspirada na Dieta Mediterrânea, o cardápio é adaptado aos hábitos alimentares do brasileiro, com alimentos acessíveis a toda população. Dividida em três grupos de alimentos, cada um com diferentes nutrientes, fundamenta-se no controle de energia e no monitoramento de itens como sódio, colesterol e gordura saturada.

Liberado: frutas, verduras, legumes, feijão, leite e iogurte desnatado, por exemplo. Essas opções podem ser consumidas mais vezes ao dia. São os alimentos cardioprotetores estrelados, por terem apenas bons nutrientes, como antioxidantes, fibras, vitaminas e minerais.

Consumo moderado: é formado por arroz, macarrão, pão, margarinas, óleos, castanhas, entre outros. Considerado um potente combustível são necessários por fornecer energia, mas deve ser consumido de forma moderada porque alguns deles contêm muito carboidrato e, por isso, pode disparar a insulina caso consumido em excesso (atenção diabéticos). Se seu bolso permitir, prefira os carboidratos complexos como pães, arroz e macarrão integral, que são mais saudáveis e mantêm o controle da insulina.

Em menor quantidade: os alimentos como carnes vermelhas, ovos, manteiga e queijos devem ser ingeridos em menor quantidade devido a maior quantidade de gordura saturada, colesterol e sódio contido neles. Não podem ser abolidos do cardápio pois, da mesma forma, são necessários para a saúde.

Resumindo:

  • Reduza o consumo de gorduras (até 30% do total de calorias dia);
  • Substitua gordura saturada (máximo de 10%) pela poli ou monoinsaturada;
  • Não ultrapasse 200 mg de colesterol dia;
  • Evite bebidas alcoólicas. Vinho tinto está liberado (1 taça por dia);
  • Dê preferência a alimentos ricos em fibras e aos carboidratos complexos.

Como efeito de cálculo dos três grupos de alimentos, desenhe uma pirâmide e divida em três partes. O topo seria a quantidade dos alimentos que devem ser consumidos em menor quantidade, e a base, os alimentos com o consumo liberado.

Existe no mercado produtos com o selo de aprovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Entre os ingredientes avaliados estão o teor de gordura total, gordura trans, colesterol, sódio, açúcar, fibras entre outros itens. Eles são considerados como alimentos funcionais por apresentarem efeitos positivos na prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares. A variedade é grande sendo possível encontrar desde margarinas, bebidas, cereais, fibras, pães, bolos, torradas, barras de fruta e até biscoitos. Procure o selo de aprovação SBC e saboreie tudo o que mais gosta com tranquilidade e saúde. Com disciplina seu coração pode alcançar a longevidade dos seus sonhos.

OS DIFERENTES TIPOS DE DORES DE CABEÇA: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTO

imagem OS DIFERENTES TIPOS DE DORES DE CABEÇA: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTO

As dores de cabeça, também chamadas de cefaleia, é uma queixa frequente na população e representa um sintoma muito inespecífico, que pode estar relacionado principalmente à enxaqueca, às tensões psicológica ou muscular, estado febril, problemas nos olhos ou nos seios paranasais (sinusites), distúrbios na articulação mandibular, doenças inflamatórias dos vasos sanguíneos (arterite temporal, especialmente em idosos) e nas condições graves, as meningites, AVC, tumores na cabeça, entre outras.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia existem mais de 150 tipos de dores de cabeça, e cerca de 70% das mulheres e 50% dos homens apresentam pelo menos um episódio de cefaleia ao mês. Quanto a famosa enxaqueca, ela representa um dos tipos de cefaleia e chega a afetar 15% da população brasileira (31 milhões de pessoas). Um número alarmante e, embora seja o tipo mais doloroso, o neurologista Prof. Dr. Milberto Scaff esclarece que não indica presença de doença grave. Entretanto, em pessoas que abusam de medicamentos, especialmente aqueles com ação vasoconstritora, estão sujeitas a desenvolver uma isquemia cerebral, o que é preocupante e sério.
A dor de cabeça quando não é secundária a doenças, são investigadas a partir de sinais e sintomas clínicos, e não há exames de laboratório que possam esclarecer a causa da dor. Nesta situação, para diagnosticá-la, o que leva em conta é o quadro clínico do paciente.
As cefaleias podem ser agudas ou crônicas. Diferente da cefaleia do tipo enxaqueca, os outros tipos sempre tem uma causa desencadeante que pode ser grave ou não. Quando é passageira ou dura pouco tempo (de 1 hora até vários dias, e é esporádica) chamamos de cefaleia aguda. Se for contínua ou recorrente a algum estímulo (“vai e volta” – tal como o tipo enxaqueca), é tida como cefaleia crônica.
O fato de ser aguda ou crônica não é o que determina a gravidade. A crônica é o sintoma da doença que persiste, o que não significa que esta doença seja perigosa e fatal. Por outro lado, a cefaleia aguda pode ser secundária a patologias graves como AVC, meningite e tumores que levam à morte.

Dor de cabeça que representa risco de vida
Quando a dor de cabeça é sintoma de doença grave, alguns sinais indicam a necessidade de assistência médica imediata. Dentre esses, podemos citar: rigidez de nuca (pescoço duro), febre alta, confusão mental ou sonolência, presença de paralisias ou outro déficit, dor que não melhora com analgésicos comuns e dor de cabeça súbita durante realização de esforço físico. É também aconselhável que toda pessoa que apresente, pela primeira vez, uma dor de cabeça com características diferentes das habituais procure orientação médica.

Cefaleia tensional
cefaleia tensional (a tradicional dor de cabeça causada por tensão, estresse ou postura inadequada) origina-se por alteração da musculatura da cabeça e região cervical (nuca), através de contraturas e hipertonia (aumento do tônus muscular), ocasionando dor contínua, geralmente em peso, afetando mais frequentemente a região frontal da cabeça. Também pode se manifestar em forma de pressão ou aperto em toda a cabeça. Normalmente, costuma ocorrer ao final do dia. É recomendado analgésico com relaxante muscular na composição, para o alívio da dor.

Cefaleia de causa ocular
As cefaleias de causa ocular podem ser devidas à necessidade de óculos ou a doenças da córnea, como o glaucoma, por exemplo.  Dores assim, geralmente, ocorrem após esforço visual relacionado à leitura. Quando a dor de cabeça for por esforço visual, o paciente não costuma acordar se queixando dela, como ocorre nos casos de doenças oculares relacionadas ao glaucoma ou a outras inflamações no globo ocular. Dores de cabeça secundárias a inflamações são tratadas com anti-inflamatórios não esteroides e analgésicos.

Cefaleia da enxaqueca
A enxaqueca é um tipo de cefaleia caracterizado por crises de dor intensa, latejante, afetando, normalmente, apenas um lado da cabeça (apesar de também poder afetar ambos os lados). Costuma ser acompanhada por náuseas e vômitos, tonturas, alterações visuais, fotofobia e fonofobia (repúdio a luz e sons, durante as crises), além de outros fenômenos menos frequentes, como vertigens e embaçamento visual.  Muitas vezes, estes sintomas manifestam-se antes da instalação do quadro doloroso, como se estivessem anunciando a crise de dor. Chamamos esse estado de aura da enxaqueca. A enxaqueca também pode desaparecer — são os denominados períodos de acalmia — para retornar após anos.

Causas da enxaqueca
Costuma ser mais frequente entre mulheres (25 a 45 anos), tem forte componente familiar e torna-se mais intensa nos períodos menstruais. Apesar da predisposição para a enxaqueca ser por toda a vida, sabe-se também que as variações hormonais naturais na mulher predispõem ao seu aparecimento. Na menopausa, por exemplo, há um alívio ou desaparecimento da dor em várias mulheres que sofrem de enxaqueca. Durante a gravidez, principalmente, no segundo trimestre, também ocorre uma trégua nas crises.

Outros fatores desencadeantes da enxaqueca: estresse, alimentos (vinho tinto, chocolate amargo, embutidos, queijo forte, glutamato de sódio), medicamentos (vasodilatadores, anticoncepcionais), jejum prolongado, ingestão de álcool, odores fortes, falta ou excesso de sono.
Acredita-se que muitos desses fatores precipitantes (estresse, alimentos ou substâncias químicas) levam a mudanças bruscas no calibre de vasos cerebrais (vasoconstrição e vasodilatação), e consequente liberação de substâncias químicas que causam dor. Somente as pessoas com predisposição para a enxaqueca seriam sensíveis a tais mudanças e teriam as crises de dor de cabeça.

Tratamento da enxaqueca
Para o controle da enxaqueca é utilizado medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (com orientação médica) ou os específicos para enxaqueca que reúnem uma combinação de substâncias (vendidos sem receita médica). No caso de enjoos típicos da crise forte, é importante tomar os antieméticos em conjunto com o analgésico para evitar que, em caso de vômitos, perca-se o efeito do analgésico. Acredita-se, inclusive, que os antieméticos associados aos analgésicos têm um efeito melhor sobre a dor. Entretanto, vale lembrar que o uso abusivo de analgésicos ou outras drogas podem trazer graves consequências, inclusive o efeito rebote, tornando a dor mais frequente.
Muita gente sofre com várias crises mensais e tornam-se escravos da dor. Essas pessoas acreditam que por se tratar de doença que não mata, a enxaqueca não necessita de tratamento específico. Na verdade, mesmo não existindo a cura, ela pode ser tratada com terapêutica adequada.  Segundo o neurologista Prof. Dr. Milberto Scaff, a enxaqueca pode ser controlada com a utilização de medicamentos ditos profiláticos (aqueles administrados independentemente da presença da dor) e com medicamentos recomendados quando a dor se manifesta. Com o controle correto, a vida do paciente torna-se absolutamente normal e, com o passar do tempo, as crises mais fortes são mais raras. Quanto aos outros tipos de cefaleia, diante de crises frequentes ou intensas, procure ajuda médica para o diagnóstico correto.

FRANCISCO PORTO


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

MERCEDES


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

JOSE RAMON URTIZA


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

EUCLYDES DA CUNHA


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

FRANCISCO MARENGO


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

HERMES FONTES


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

PRESIDENTE QUARESMA


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

ARTHUR DE AZEVEDO MACHADO


Publicado em 27/04/2018 por extrafarma

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