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COMO MANTER O CORAÇÃO SAUDÁVEL

imagem COMO MANTER O CORAÇÃO SAUDÁVEL

Ter um coração saudável não é tão difícil quanto se imagina. Se você tem uma vida sedentária, alimenta-se mal ou sofre com o estresse do dia-a-dia, está na hora de rever sua rotina. A disciplina, como tudo na vida, é a peça chave para a manutenção da saúde. Algumas mudanças podem te tirar da lista dos futuros candidatos às doenças cardíacas oferecendo mais qualidade de vida.
Caso você já seja hipertenso ou diabético, tenha colesterol e triglicérides elevados, ou exista histórico de doenças cardíacas na família, sua predisposição para desenvolver problemas cardiovasculares torna-se maior. Por isso, não descuide do tratamento da sua doença de base e do acompanhamento médico, pois a soma de qualquer uma dessas condições agravam as chances do infarto. A boa notícia é que aqueles que seguem o tratamento adequado e mantém o controle da doença, as probabilidades de problemas cardíacos passam a se equiparar com os da população em geral.
Manter um estilo de vida saudável é o segredo para longevidade. Mas o que é vida saudável? É praticar exercícios físicos, ter uma dieta balanceada e evitar o estresse. As duas primeiras parecem mais fáceis seguir. E como evitar o estresse? Não posso abandonar meu emprego, tenho uma vida agitada, problemas familiares, responsabilidade com filhos, casa, não sobra tempo para nada!
Lembra que falamos em disciplina? Reserve uma hora do seu dia para a prática de exercícios. Que este tempo seja sagrado e contínuo. Pesquisas e estudos comprovam que a atividade física é o melhor remédio para a prevenção e fundamental no tratamento de todas as doenças. São raras as patologias que proíbem exercícios. Mas se você definitivamente não se sente motivado às atividades físicas, use a criatividade, faça aula de dança ou eleja qualquer esporte que lhe agrade, como futebol, tênis, entre outras dezenas de modalidades. Escolha algo que te dê prazer para evitar que desista e volte a se tornar sedentário.
A falta de atividades físicas está intimamente relacionada ao estresse. Estudos revelam que pessoas que se exercitam regularmente lidam melhor com as pressões do dia a dia. Ao se exercitar o corpo produz mais endorfina, que é um neuro-hormônio produzido no hipotálamo (região do cérebro responsável pelo prazer) aliviando a ansiedade, promovendo melhora no humor, na energia e ajudando na cura da depressão. Também quem se exercita, bebe menos álcool e se alimenta melhor por conquistarem maior controle da ansiedade.
Em contrapartida, na condição de estresse, os hormônios cortisol e a adrenalina são liberados no corpo em quantidades acima das necessidades do organismo. O resultado são níveis elevados de glicose no sangue, aumento do colesterol, da pressão arterial e da frequência cardíaca, fatores desencadeantes das doenças cardíacas.
O sedentarismo também provoca aumento de peso, e ser gordinho, passa longe da questão estética. A lista de doenças agravadas pela obesidade é enorme e, da mesma forma, prejudicial ao coração pelo aumento do trabalho que ele tem que exercer para realizar suas funções. Corpo que não se movimenta, não recebe os estímulos necessários, sobrecarrega os outros órgãos e funciona mal.
Agora pare e reflita: imagine se você já faz parte do grupo de risco, como todas essas situações agravariam sua condição! Percebe que uma coisa liga-se a outra? E o efeito é dominó. Tudo se interliga e o exercício físico é a chave mestra da resolução dos problemas. Dados da Federação Mundial de Cardiologia aponta que mais de 3,5 milhões de pessoas morrem todos os anos, em decorrência do sedentarismo. As principais consequências da falta de atividade física são todas essas que já citamos: o diabetes, a hipertensão, os infartos e também os acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Preocupados com a saúde da população, o Hospital do Coração em parceria com o Ministério da Saúde elaboraram um plano alimentar e de atividades físicas para ajudar a proteger o sistema cardiovascular. Vamos conferir?

Planeje uma rotina de exercícios e veja qual se encaixa melhor no seu perfil. Tente combinar modalidades que trabalhem a força e o equilíbrio corporal além dos aspectos funcionais (pilates, yoga, musculação, RPG, etc):

  • 150 minutos de atividades físicas por semana, que podem ser divididas em 30 minutos diários (corresponde a 5 dias de atividades e 2 dias de descanso);
  • Atividades aeróbicas quatro vezes por semana, como caminhar, nadar, correr e andar de bicicleta;
  • 75 minutos de atividades físicas de alta intensidade por semana, que podem ser divididos em 25 minutos, três dias por semana;
  • Atividades de força muscular duas ou mais vezes por semana, como fortalecimento muscular ou treinos funcionais.

Segundo o cardiologista Bernardino Tranchesi Jr., trinta minutos de caminhada, pelo menos três vezes por semana, já é benéfico para o sistema cardiovascular como medida preventiva. Para benefícios adicionais relacionados a tratamento da saúde, indica-se 300 minutos semanais.

E acredite, por mais que no primeiro momento possa parecer um sacrifício, logo seu corpo se acostuma, pois a endorfina liberada durante os exercícios tem a santa vantagem de provocar o vício do bem-estar. Basta comprovar a necessidade que os atletas têm de se exercitar constantemente. Você, com certeza, conhece alguém assim. Preste atenção.

Já para as atividades físicas mais elaboradas ou de maior intensidade, apenas deve ser iniciada após uma avaliação médica criteriosa. Os esforços físicos acima da capacidade individual são, igualmente, prejudiciais ao coração.

 Dieta Cardioprotetora
Inspirada na Dieta Mediterrânea, o cardápio é adaptado aos hábitos alimentares do brasileiro, com alimentos acessíveis a toda população. Dividida em três grupos de alimentos, cada um com diferentes nutrientes, fundamenta-se no controle de energia e no monitoramento de itens como sódio, colesterol e gordura saturada.

Liberado: frutas, verduras, legumes, feijão, leite e iogurte desnatado, por exemplo. Essas opções podem ser consumidas mais vezes ao dia. São os alimentos cardioprotetores estrelados, por terem apenas bons nutrientes, como antioxidantes, fibras, vitaminas e minerais.

Consumo moderado: é formado por arroz, macarrão, pão, margarinas, óleos, castanhas, entre outros. Considerado um potente combustível são necessários por fornecer energia, mas deve ser consumido de forma moderada porque alguns deles contêm muito carboidrato e, por isso, pode disparar a insulina caso consumido em excesso (atenção diabéticos). Se seu bolso permitir, prefira os carboidratos complexos como pães, arroz e macarrão integral, que são mais saudáveis e mantêm o controle da insulina.

Em menor quantidade: os alimentos como carnes vermelhas, ovos, manteiga e queijos devem ser ingeridos em menor quantidade devido a maior quantidade de gordura saturada, colesterol e sódio contido neles. Não podem ser abolidos do cardápio pois, da mesma forma, são necessários para a saúde.

Resumindo:

  • Reduza o consumo de gorduras (até 30% do total de calorias dia);
  • Substitua gordura saturada (máximo de 10%) pela poli ou monoinsaturada;
  • Não ultrapasse 200 mg de colesterol dia;
  • Evite bebidas alcoólicas. Vinho tinto está liberado (1 taça por dia);
  • Dê preferência a alimentos ricos em fibras e aos carboidratos complexos.

Como efeito de cálculo dos três grupos de alimentos, desenhe uma pirâmide e divida em três partes. O topo seria a quantidade dos alimentos que devem ser consumidos em menor quantidade, e a base, os alimentos com o consumo liberado.

Existe no mercado produtos com o selo de aprovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Entre os ingredientes avaliados estão o teor de gordura total, gordura trans, colesterol, sódio, açúcar, fibras entre outros itens. Eles são considerados como alimentos funcionais por apresentarem efeitos positivos na prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares. A variedade é grande sendo possível encontrar desde margarinas, bebidas, cereais, fibras, pães, bolos, torradas, barras de fruta e até biscoitos. Procure o selo de aprovação SBC e saboreie tudo o que mais gosta com tranquilidade e saúde. Com disciplina seu coração pode alcançar a longevidade dos seus sonhos.

OS DIFERENTES TIPOS DE DORES DE CABEÇA: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTO

imagem OS DIFERENTES TIPOS DE DORES DE CABEÇA: CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTO

As dores de cabeça, também chamadas de cefaleia, é uma queixa frequente na população e representa um sintoma muito inespecífico, que pode estar relacionado principalmente à enxaqueca, às tensões psicológica ou muscular, estado febril, problemas nos olhos ou nos seios paranasais (sinusites), distúrbios na articulação mandibular, doenças inflamatórias dos vasos sanguíneos (arterite temporal, especialmente em idosos) e nas condições graves, as meningites, AVC, tumores na cabeça, entre outras.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia existem mais de 150 tipos de dores de cabeça, e cerca de 70% das mulheres e 50% dos homens apresentam pelo menos um episódio de cefaleia ao mês. Quanto a famosa enxaqueca, ela representa um dos tipos de cefaleia e chega a afetar 15% da população brasileira (31 milhões de pessoas). Um número alarmante e, embora seja o tipo mais doloroso, o neurologista Prof. Dr. Milberto Scaff esclarece que não indica presença de doença grave. Entretanto, em pessoas que abusam de medicamentos, especialmente aqueles com ação vasoconstritora, estão sujeitas a desenvolver uma isquemia cerebral, o que é preocupante e sério.
A dor de cabeça quando não é secundária a doenças, são investigadas a partir de sinais e sintomas clínicos, e não há exames de laboratório que possam esclarecer a causa da dor. Nesta situação, para diagnosticá-la, o que leva em conta é o quadro clínico do paciente.
As cefaleias podem ser agudas ou crônicas. Diferente da cefaleia do tipo enxaqueca, os outros tipos sempre tem uma causa desencadeante que pode ser grave ou não. Quando é passageira ou dura pouco tempo (de 1 hora até vários dias, e é esporádica) chamamos de cefaleia aguda. Se for contínua ou recorrente a algum estímulo (“vai e volta” – tal como o tipo enxaqueca), é tida como cefaleia crônica.
O fato de ser aguda ou crônica não é o que determina a gravidade. A crônica é o sintoma da doença que persiste, o que não significa que esta doença seja perigosa e fatal. Por outro lado, a cefaleia aguda pode ser secundária a patologias graves como AVC, meningite e tumores que levam à morte.

Dor de cabeça que representa risco de vida
Quando a dor de cabeça é sintoma de doença grave, alguns sinais indicam a necessidade de assistência médica imediata. Dentre esses, podemos citar: rigidez de nuca (pescoço duro), febre alta, confusão mental ou sonolência, presença de paralisias ou outro déficit, dor que não melhora com analgésicos comuns e dor de cabeça súbita durante realização de esforço físico. É também aconselhável que toda pessoa que apresente, pela primeira vez, uma dor de cabeça com características diferentes das habituais procure orientação médica.

Cefaleia tensional
cefaleia tensional (a tradicional dor de cabeça causada por tensão, estresse ou postura inadequada) origina-se por alteração da musculatura da cabeça e região cervical (nuca), através de contraturas e hipertonia (aumento do tônus muscular), ocasionando dor contínua, geralmente em peso, afetando mais frequentemente a região frontal da cabeça. Também pode se manifestar em forma de pressão ou aperto em toda a cabeça. Normalmente, costuma ocorrer ao final do dia. É recomendado analgésico com relaxante muscular na composição, para o alívio da dor.

Cefaleia de causa ocular
As cefaleias de causa ocular podem ser devidas à necessidade de óculos ou a doenças da córnea, como o glaucoma, por exemplo.  Dores assim, geralmente, ocorrem após esforço visual relacionado à leitura. Quando a dor de cabeça for por esforço visual, o paciente não costuma acordar se queixando dela, como ocorre nos casos de doenças oculares relacionadas ao glaucoma ou a outras inflamações no globo ocular. Dores de cabeça secundárias a inflamações são tratadas com anti-inflamatórios não esteroides e analgésicos.

Cefaleia da enxaqueca
A enxaqueca é um tipo de cefaleia caracterizado por crises de dor intensa, latejante, afetando, normalmente, apenas um lado da cabeça (apesar de também poder afetar ambos os lados). Costuma ser acompanhada por náuseas e vômitos, tonturas, alterações visuais, fotofobia e fonofobia (repúdio a luz e sons, durante as crises), além de outros fenômenos menos frequentes, como vertigens e embaçamento visual.  Muitas vezes, estes sintomas manifestam-se antes da instalação do quadro doloroso, como se estivessem anunciando a crise de dor. Chamamos esse estado de aura da enxaqueca. A enxaqueca também pode desaparecer — são os denominados períodos de acalmia — para retornar após anos.

Causas da enxaqueca
Costuma ser mais frequente entre mulheres (25 a 45 anos), tem forte componente familiar e torna-se mais intensa nos períodos menstruais. Apesar da predisposição para a enxaqueca ser por toda a vida, sabe-se também que as variações hormonais naturais na mulher predispõem ao seu aparecimento. Na menopausa, por exemplo, há um alívio ou desaparecimento da dor em várias mulheres que sofrem de enxaqueca. Durante a gravidez, principalmente, no segundo trimestre, também ocorre uma trégua nas crises.

Outros fatores desencadeantes da enxaqueca: estresse, alimentos (vinho tinto, chocolate amargo, embutidos, queijo forte, glutamato de sódio), medicamentos (vasodilatadores, anticoncepcionais), jejum prolongado, ingestão de álcool, odores fortes, falta ou excesso de sono.
Acredita-se que muitos desses fatores precipitantes (estresse, alimentos ou substâncias químicas) levam a mudanças bruscas no calibre de vasos cerebrais (vasoconstrição e vasodilatação), e consequente liberação de substâncias químicas que causam dor. Somente as pessoas com predisposição para a enxaqueca seriam sensíveis a tais mudanças e teriam as crises de dor de cabeça.

Tratamento da enxaqueca
Para o controle da enxaqueca é utilizado medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (com orientação médica) ou os específicos para enxaqueca que reúnem uma combinação de substâncias (vendidos sem receita médica). No caso de enjoos típicos da crise forte, é importante tomar os antieméticos em conjunto com o analgésico para evitar que, em caso de vômitos, perca-se o efeito do analgésico. Acredita-se, inclusive, que os antieméticos associados aos analgésicos têm um efeito melhor sobre a dor. Entretanto, vale lembrar que o uso abusivo de analgésicos ou outras drogas podem trazer graves consequências, inclusive o efeito rebote, tornando a dor mais frequente.
Muita gente sofre com várias crises mensais e tornam-se escravos da dor. Essas pessoas acreditam que por se tratar de doença que não mata, a enxaqueca não necessita de tratamento específico. Na verdade, mesmo não existindo a cura, ela pode ser tratada com terapêutica adequada.  Segundo o neurologista Prof. Dr. Milberto Scaff, a enxaqueca pode ser controlada com a utilização de medicamentos ditos profiláticos (aqueles administrados independentemente da presença da dor) e com medicamentos recomendados quando a dor se manifesta. Com o controle correto, a vida do paciente torna-se absolutamente normal e, com o passar do tempo, as crises mais fortes são mais raras. Quanto aos outros tipos de cefaleia, diante de crises frequentes ou intensas, procure ajuda médica para o diagnóstico correto.

UM BICHINHO CHAMADO CÁRIE: HIGIENE ORAL DAS CRIANÇAS

imagem UM BICHINHO CHAMADO CÁRIE: HIGIENE ORAL DAS CRIANÇAS

Uma das grandes preocupações das mamães é a higiene dos dentes durante o período na escola. A falta de supervisão no ato, as guloseimas do lanche, tudo leva a crer que as chances de cáries se tornam maiores. No entanto, existem alguns fatos a serem esclarecidos para derrubar mitos, focando a atenção na forma e frequência da escovação, que é o que importa. Para isso, é importante você conhecer um pouco mais sobre o comportamento desse bichinho que come os dentes.

A origem da cárie
A boca é colonizada por aproximadamente 50 bilhões de bactérias. Algumas delas são nocivas e necessitam de carboidratos (açúcar e amido) para sobreviverem. Quando ingerimos alimentos ou líquidos doces, eles se misturam a saliva, e os restos destes açúcares formam uma película que fica presa ao dente. Esta película é a chamada placa bacteriana, com consistência viscosa e incolor. Para as bactérias do mal isso é motivo de festa e comemoração! A placa bacteriana é um banquete muito saboroso, e ao se alimentarem, produzem ácidos a tal ponto dessas gulosas fazerem um buraco no dente (cárie). Durante este processo de deterioração, a primeira parte a ser atingida é o esmalte, que provoca hipersensibilidade no dente. Quando alcança a camada mais abaixo (a dentina) começa a surgir à dor.

Apesar dos doces serem os grandes vilões, não significa que a cárie vai manifestar-se por seu filho comer bolo ou biscoitos no lanche e, em seguida, não escovar os dentes. Primeiro porque as cáries não surgem instantaneamente. O tempo para a placa bacteriana (que dá origem a cárie) se formar, é de aproximadamente 15 horas. Entretanto, também não é por isso que libera a pouca atenção com a higiene bucal. Contrário, é imprescindível uma boa escovação para não deixar que esta película se forme. Da mesma forma, deve-se evitar o compartilhamento de lanches, talheres e, principalmente, escova de dente, já que a cárie é de origem bacteriana, considerada uma doença infecciosa e transmissível. Para os adolescentes e adultos, fica a dica: pode ser transmitida pela saliva, durante o beijo na boca.

 A recomendação da Sociedade Brasileira de Odontologia são três escovações diárias, porém, deve ser feita de forma correta e supervisionada pelo adulto. A última, antes de dormir, é a mais importante, já que resquícios, até mesmo de leite ou medicamentos ao longo da noite, unidos à baixa produção de saliva natural durante o sono, acelera o processo de formação da placa bacteriana. No caso de bebês com dentes ou crianças que ainda tomam a mamadeira noturna para adormecer sem condições de escovação, a higiene bucal ao acordar deve ser muito bem feita. Tente oferecer um pouco de água após a mamada para tentar diluir os açucares presentes no leite. Antes dos 14 meses a limpeza deve ser feita com um pedaço de gaze umedecida com água filtrada, ou mesmo por uma escova pequena extra macia apropriada a esta faixa etária. A frequência é de 1 vez ao dia, sendo o horário noturno, o mais indicado.

Agora que você já sabe que não precisa ser tão radical com a escolha do lanche do seu filho, anote nossas dicas e faça o que realmente é importante para prevenir as cáries:

  1. A escova de dente: deve ter a cabeça pequena, proporcional ao tamanho da boca da criança. Cerdas, imprescindível, serem macia ou extra macia para não machucar a gengiva.
  2. A pasta de dente deve conter flúor, importante na prevenção de cáries. Também é fundamental ser da linha infantil. Veja a indicação da idade na embalagem. Não use jamais a sua pasta de dentes em seu filho.
  3. Quantidade da pasta: equivalente a um grão de arroz, para os pequenos que não sabem cuspir. Crianças maiores utilize, como referência, a proporção de um grão de ervilha. Excesso de flúor pode causar fluorose, deixando manchas brancas nos dentes.
  4. Frequência: após o café da manhã, almoço e antes de dormir.
  5. A última escovação é a mais importante e deve ser supervisionada pelos pais ou responsáveis até os 12 anos. Para uma boa escovação, “divida a boca” em quatro partes (superior direito e esquerdo, inferior direito e esquerdo) e escove cada uma, por 30 segundos, com movimentos de cima para baixo e de baixo para cima. Faça de forma delicada, sem força e sem pressa. Não é a força que promove a limpeza, além de poder machucar a gengiva.
  6. Bochechos só com indicação do dentista.
  7. O uso de fio dental é aconselhável caso os dentes sejam muito juntos e acumulem resíduos alimentares. Este procedimento deve ser feito pelos pais. Enrole cerca de 40 cm nos dedos e passe entre os dentes, limpando os dois lados. Após os 8 anos, a criança já está apta a fazer este procedimento sozinha.
  8. Finalize a escovação, limpando a língua: a forma rugosa acumula restos alimentares tornando-se um ambiente propício para a proliferação das bactérias. É uma das principais causas do mau hálito. Caso prefira, é possível encontrar nas farmácias, escovas e limpadores específicos para a língua.
  9. Se a criança estiver tomando algum medicamento antes de dormir, este deve ser administrado antes da escovação. O mesmo pode-se dizer em relação ao leite noturno.
  10. Atenção especial a escovação dos dentes de crianças que usam aparelho ortodônticos já que as chances de acumular restos de alimentos aumentam.
  11. Troque a escova de dente mensalmente ou de acordo com o estado de conservação. Tal como uma vassoura velha, cerdas desgastadas ou desfiadas não tem capacidade de remover a sujeira. A substituição também deve ser realizada após resfriados, dor de garganta ou infecções na boca. Os germes podem se alojar nas cerdas e provocar a reinfecção.
  12. Se seu filho não gosta de escovar os dentes, invista em modelos com os personagens preferidos e uma pasta saborosa. Existem várias opções no mercado.

A dentição completa é composta por 32 dentes (incluindo os 4 do siso). Os dentes de leite somam 20 ao todo, e a troca pelos permanentes iniciasse por volta dos 5 ou 6 anos de idade. Dentes de leite são mais susceptíveis as cáries por terem o esmalte e a dentina mais finos e menos mineralizados. Por isso, a importância do flúor e a correta higiene bucal.
Os molares merecem mais atenção devido ao formato irregular com ranhuras simulando um “W”, o que favorece o acúmulo de restos alimentares. Também, por estarem localizados no fundo da boca, pode dificultar a escovação.
Manchas claras e escuras podem indicar cárie a vista. Fique atenta a este detalhe e consulte regularmente o dentista. Insistimos na prevenção e atenção para evitar, inclusive, que a cárie invada o canal do dente e exista a necessidade de extração do dente de leite. Você deve estar pensando: “é só o dente de leite, não tem problema”. Mas tem sim. Muito mais do que você possa imaginar. Este fato provoca graves alterações na arcada dentária da criança, inclusive na mastigação, além da chance de interromper o crescimento do dente permanente, como fazê-lo também nascer torto ou pela metade. Existe toda uma sequência no processo de troca dos dentes para que a nova dentição forme uma arcada harmoniosa e funcional. Diante destes imprevistos é quase certo existir a necessidade de aparelhos ortodônticos para a correção.
E prevenir, além de ser mais saudável, é sempre mais barato. Até porque uma única cárie pode contaminar o resto da boca, inclusive os dentes permanentes, caso já exista algum nascido. A cárie também pode não apresentar sintomas, por isso, a visita periódica ao dentista é tão importante para verificação e orientações particulares, além de aplicação do flúor.

 

Cuidados com a alimentação

como evitar a azia e má digestão

imagem Cuidados com a alimentação

Muita atenção aos lanches e petiscos vendidos por ambulantes, em quiosques, praia ou em locais sem infraestrutura. As chances de estarem contaminados são maiores por manipulação inadequada, má conservação ou exposição prolongada ao sol.  A contaminação pode ocorrer antes, durante ou após o preparo do alimento. A higiene das mãos e utensílios, o contato com moscas e baratas, o consumo cru ou a água utilizada na preparação, aumentam os riscos de doenças.
Alimentos malconservados, mal lavados ou fora do prazo de validade podem conter bactérias e toxinas, causa da intoxicação alimentar. A intensidade do quadro vai depender do micro-organismo presente no alimento. Nesta situação, os sintomas se manifestam pouco tempo após a ingestão.
Quando a contaminação for por manipulação indevida, a produção e proliferação decorrentes das bactérias ou toxinas se manifestam mais tardiamente. Normalmente elas estão presentes nas mãos ou narinas do cozinheiro ou atendente. Pratos e talheres mal lavados também são agentes neste tipo de contaminação.  Da mesma forma, vale o alerta para a limpeza de suas próprias mãos, caso resolva comer sem a proteção de papéis ou guardanapos.
Em qualquer situação, havendo diarreia e vômitos, a desidratação pode se tornar grave. Provoca desequilíbrio hidroeletrolítico (deficiência de água e eletrólitos), como sódio, cloro e potássio, além de alterações renais, toxêmicas ou infecciosas.  Nos casos graves, pode ser necessária a hidratação pela veia. Para os casos mais leves é possível fazer o soro em casa. Em 1 litro de água mineral fervida, misture 4 colheres de sopa de açúcar e 1 colher de chá de sal que oferece excelente resultado. Beba bastante líquidos, como água, chás e sucos.
Também é importante recompor a flora intestinal com medicamentos probióticos. Eles podem ser encontrados em cápsulas ou pó.
Outro cuidado importante é evitar o consumo exagerado de alimentos industrializados, gordurosos ou muito condimentados que “andam de mãos dadas” com a azia e/ou má digestão.

A azia se manifesta com sensação de queimação que afeta a região do estômago, esôfago e/ou garganta podendo deixar um gosto amargo e ácido na boca. A indigestão provoca dor ou percepção de pontadas na “boca do estômago” e sensação de barriga estufada. A pessoa sente como a comida estivesse parada no estômago mesmo após ter decorrido horas da ingestão do alimento, independente de ter se alimentado muito ou pouco. Às vezes, surge junto às náuseas e/ou vômitos.

Tanto a azia como a indigestão podem ser controladas com a ajuda dos remédios. Os medicamentos para a má digestão ajudam acelerar o esvaziamento do estômago. Alguns deles incorporam em suas fórmulas substâncias antiácidas, sendo efetivos também para a azia. Os medicamentos antiácidos servem para neutralizar o ácido clorídrico proporcionando alívio rápido. São comercializados em forma de comprimidos mastigáveis, efervescentes, pastilhas e flaconetes.

Dicas úteis para uma alimentação prática e segura

  • Evite pastéis, batatas fritas, churros e frituras em geral: são de difícil digestão e contém elevado valor calórico devido à quantidade de gordura. Outro problema é a qualidade do óleo usado na fritura. Normalmente fritam-se todos os alimentos no mesmo óleo e nem sempre ele é trocado com a devida frequência.
  • Sanduíche natural: é uma boa opção, mas verifique se ele é mesmo um sanduíche natural e contenha ingredientes leves como queijo branco, peito de peru, atum, frango e vegetais. A maionese até pode ser colocada, mas tome o cuidado de verificar se o sanduíche está adequadamente refrigerado, embalado e fresco (dentro do prazo de validade);
  • As carnes magras são as mais indicadas para esta época, pois são fáceis de ser digeridas evitando desconfortos, além de serem mais saudáveis. Carnes brancas de aves, peixes e cortes de carnes vermelhas magras devem ser privilegiadas. As carnes das aves com a pele, de porco e carnes vermelhas com gordura aparente é melhor evitar;
  • As sobremesas mais refrescantes são as melhores opções para o verão, como frutas ou doces à base de frutas: sorvetes de frutas no palito, compotas geladas de frutas, saladas de frutas, flans de frutas e gelatinas – todas essas são excelentes opções, pois além de hidratar, são fáceis de preparar.
  • Raspadinha: a raspadinha é um gelo triturado com xarope de groselha, guaraná ou outro sabor. O xarope contém muito açúcar e corantes. Além disso, deve-se sempre checar a procedência do gelo. A água contaminada pode ser uma fonte de micro-organismo, causa de problemas intestinais ou hepatite A.
  • Sucos de frutas: são boas opções especialmente para as crianças em substituição ao refrigerante. De qualquer forma deve ser intercalado com o consumo de água.
  • Água de coco: pode ser tomada sem medo. Essa bebida é um excelente hidratante, rico em vitaminas e em sais minerais. Certifique-se apenas da higiene do carrinho.

Na praia ou nos quiosques, teste a temperatura dos alimentos. Alimentos gelados devem estar gelados e os que passaram por processo de cozimento devem estar inteiramente cozidos, sem pedaços crus. Verifique o cheiro e o gosto. Na dúvida, não coma. No caso de frituras como pastéis, churros e porções verifique como são armazenados os ingredientes desses alimentos e se os mesmos estão com boa aparência e odor adequados.
Em clubes e restaurantes há a possibilidade de se realizar uma refeição mais equilibrada. E, para os petiscos e afins valem as mesmas recomendações da praia.

O BANHO E A TROCA DE FRALDAS DURANTE AS VIAGENS

imagem O BANHO E A TROCA DE FRALDAS DURANTE AS VIAGENS

Praia, água, sol, natureza, tudo é motivo de festa para os pequenos na hora de viajar. Já para as mamães, os cuidados devem ser redobrados para evitar as terríveis assaduras causadas pelo suor da região abafada ou má condições de higiene decorrentes do tempo excessivo fora do lar.  Os produtos utilizados no banho e na troca das fraldas são essenciais para a prevenção deste tipo de irritação.
A assadura atinge mais de 50% das crianças e é frequente nos dois primeiros anos. Em bebês mais sensíveis, pode ocorrer também pelo uso de produtos para a higiene, tais como, sabonetes e lenços umedecidos. A falta de rotina em épocas de férias contribui e muito, para o surgimento e agravamento das assaduras. Conhecendo as causas é possível prevenir, e impedir que os momentos prazerosos se transformarem em dores e tormentos.

O que causa assadura e como prevenir?
As causas podem ser variadas, e vão desde as más condições de higiene, pele sensível, alimentação, clima quente, o uso de medicamentos até o tipo físico da criança.

  1. O motivo mais comum é o contato prolongado da urina e/ou fezes com a pele. Fralda suja altera o pH da pele pela degradação bacteriana de elementos presentes na urina e/ou fezes, originando desde as assaduras mais simples até infecções graves.
    Prevenção: mantenha seu bebê sempre seco e limpo. Examine com frequência se a fralda esta suja ou molhada.  Após a higiene, seque bem a pele antes de colocar a fralda limpa.
  1. Crianças mais cheinhas possuem mais dobrinhas que tendem a acumular suor. O suor em contato com a fralda provoca fricção na pele, causa de assaduras. Temperaturas altas, da mesma forma, favorece a transpiração, abafando a região coberta pela fralda ou roupa.

Prevenção: A assadura neste caso é provocada pela umidade. Em dias muito quentes, faça a troca da fralda com uma frequência maior e evite adicionar roupas de baixo que possam abafar ainda mais a região. Aproveite os ambientes propícios como praia e piscina para deixar seu filho sem fraldas, usando apenas biquínis/sungas ou calcinhas/cuequinhas. Na água, utilize as fraldas próprias para esta finalidade, que não ficam pesadas ou lotadas de água. No clima frio, não descuide da troca das fraldas pelo receio da temperatura baixa. O excesso de roupas também pode abafar a área da fralda, produzindo, consequentemente, umidade e fricção na pele.

Os produtos que devem ser levados na mochila das crianças

  • Na higiene da urina, limpe a região genital com algodão e água morna. Havendo fezes, utiliza sabão líquido da linha infantil ou sabonete a base de glicerina no bumbum. Cuidado para as fezes não entrarem em contato com a região genital. Faça a limpeza da frente para trás.
  • Como opção mais prática, você pode utilizar os lenços umedecidos. Tal com as fraldas, os lenços umedecidos tem características variadas de acordo com o fabricante e se diferem entre si: uns são mais molhadinhos, outros mais macios, hidratantes, com ou sem cheiro, folhas maiores e menores. Teste qual mais te agrada. Evite utilizar lenços umedecidos em recém-nascidos. Bebês maiores com pele sensível também são mais propícios a desenvolver alergias. Opte por produtos hipoalergênicos e use sempre produtos da linha infantil em seus filhos.
  • Após a higiene é indispensável secar bem as áreas íntimas antes de passar para a etapa seguinte. O talco tem a função de proteger a pele contra a umidade e atrito da fralda, proporcionando uma sensação seca e suave. Utilize também após o banho. Evite a área próxima ao rosto e cuidado ao polvilhar para que não seja inalado. Coloque antes em suas mãos e depois esfregue suavemente no corpo do bebê.
  • O creme antiassaduras é indispensável nos cuidados com o bumbum. Ele serve como uma barreira de proteção entre a pele e a fralda, diminuindo os riscos de alergias e assaduras. Alguns deles agregam a função até mesmo de tratamento, por conter substâncias calmantes e/ou cicatrizantes na composição.
  • Os óleos infantis servem como alternativa na falta das pomadas antiassaduras. Você poderá utilizá-lo também, durante ou após o banho, para hidratar a pele fina e delicada do seu filho que fica mais exposta às agressões do meio-ambiente em época de férias. Evite as buchas e esponjas que podem agredir a pele. Elas devem ser utilizadas apenas para eliminar as sujeiras mais difíceis dos pés e mãos dos pequenos.
  • Escolha a fralda que tenha o tamanho e as características que mais se adequam a necessidade da criança. Existe uma infinidade de modelos no mercado para atender a todos os tipos de exigências e ocasiões. Observe a embalagem.

Outras causas de assaduras
Alimentação: alguns alimentos contêm composição mais ácida, e ao serem excretados pelas fezes ou urina, predispõe a irritação da pele (assaduras). Crianças com intolerância alimentar a determinados alimentos também podem ser acometidas pelas assaduras, assim como aquelas que mamam no seio. Alguns nutrientes passam para o leite materno ocasionando assaduras em bebês predispostos ou aqueles com a pele mais sensível.
Prevenção: evite alimentos e frutas ácidas que favorecem a assadura. O mesmo vale para alimentação da mãe que amamenta o bebê. Também observe as fezes de seu filho e veja como ele reage à alimentação. Caso tenha diarreia, suspenda o alimento e procure auxílio médico.
Medicamentos: antibióticos e determinados remédios podem alterar a flora intestinal tornando as fezes mais ácidas.
Prevenção: alguns medicamentos podem desencadear ou agravar a assadura, pois facilitam a proliferação de fungos. Portanto, redobre os cuidados caso seu filho esteja fazendo uso de remédios.

O BANHO
A água não deve ser muito fria, nem muito quente.  A temperatura ideal é entre 35° e 37° graus, dependendo do clima. A pele da criança é muito fina e a água quente pode queimá-la. Além disso, no verão, a pele tende a estar mais desidratada ou machucada pelo sol, e a água quente tende, não apenas agredir a derme, como eliminar a barreira de proteção natural provocando o ressecamento ou até mesmo ferimentos. Um banho por dia é suficiente. Se for necessário banhos adicionais, evite o sabonete.
Sabonete: antes dos seis meses use apenas sabonete líquido. Após essa idade pode ser utilizado os do tipo em barra, da linha infantil.
Shampoo: jamais utilize o seu shampoo no cabelo de seu filho. Tanto os fios de cabelo como o couro cabeludo das crianças necessitam de cuidados próprios e é para isso que existe a linha infantil. Atualmente, já é possível encontrar uma enorme variedade de shampoos e condicionadores infantis que se equipararam, inclusive, a diversidade adulta: shampoo e condicionadores para cabelos claros, finos, encaracolados, anti-frizz, com hidratação intensa, proteção contra os raios de sol, cheirinho prolongado, enfim… não faltam opções e fragrâncias para as madeixas dos pequenos.
Toalha: de preferência, bem macia. Seque bem as dobrinhas!

Hidratante:
Após o banho, use as loções hidratantes infantis, principalmente em dias muito quentes ou frios. Os bebês possuem a pele muito fina e por isso perdem mais água do que o adulto. Os hidratantes ajudam a proteger a pele e evitam o ressecamento que causam alergias e irritações. Cuidado para não exagerar na quantidade. A falta é tão ruim quanto o excesso. Bebês antes dos seis meses não devem utilizar hidratantes. Neste caso, massageie o corpinho com óleo infantil durante o banho. O óleo ajuda a impedir a perda de água da pele, causa do ressecamento.

OS CUIDADOS COM A PELE NAS FÉRIAS

imagem OS CUIDADOS COM A PELE NAS FÉRIAS

Manter a pele bonita e saudável se torna um grande desafio em época de férias. Sol, petiscos, drinques em excesso, tudo isso reflete diretamente na sua aparência. A começar pelo bronzeado. A exposição excessiva ao sol sem a devida proteção pode induzir ao desenvolvimento de manchas escuras, pontos claros, vasinhos na face, flacidez, diminuição da imunidade celular e, em poucas horas, as terríveis queimaduras solares.
Para manter a pele hidratada, borrife água termal antes, durante e após a exposição solar. Além de manter a umidade da pele, é um excelente hidratante para o clima seco ou quente e também durante o voo. Para os rebeldes que se torram ao sol, a água termal ajuda a acalmar a pele e na recuperação das queimaduras. Use e abuse desta água repleta de poderes terapêuticos. Borrife igualmente após seu banho diário e deixe secar naturalmente.
O modo de tomar banho é tão importante quanto os produtos necessários para manutenção do viço e beleza da pele. Para proporcionar um efeito calmante e refrescante, a temperatura da água deve se manter de morna a fria. Dê preferência a sabonetes com hidratantes na composição e evite banhos prolongados. Para o rosto, escolha um sabonete destinado a esta região. Os glicerinados são excelentes. Antes de desligar o chuveiro, massageie todo o corpo com óleo que ajuda a proteger sua pele dos efeitos ressecadores do sol e do próprio banho em si. Utilize uma toalha macia para se enxugar.

Cuidados com a pele
Não apenas o sol como também o clima quente retiram a umidade da pele. A vantagem de uma boa rotina de cuidados com a pele é que ela se mantém lubrificada e umedecida ficando, desta forma, protegida contra as agressões do meio ambiente. Somando-se a isso, os drinques a mais degustados durante as férias contribuem para a desidratação que também reflete na saúde da cútis. Beber bastante água é fundamental para manter a pele hidratada. Vale igualmente a água de coco que é super saudável! Evite os isotônicos que causam retenção de líquido por conter muito sódio. Coma bastante frutas e verduras que auxiliam na hidratação. Dê preferência aos que tenham a cor amarela, laranja e verde-escuras. Esses alimentos são ricos em antioxidantes e além de ajudar na proteção contra os raios ultravioletas também prolongam o bronzeado.
Durante este período, não faça tratamentos dermatológicos ou use cremes que reajam ao sol. Muitos deles são fotossensibilizantes e tem seus efeitos potencializados pela luz solar, deixando a pele ainda mais fina e sensível. As consequências podem ser sérias e desastrosas, e vão desde graves queimaduras até a hiperpigmentação das manchas. Dentre eles podemos citar os que contêm ácidos em sua composição (principalmente o retinoico), os noturnos ou com função clareadora. Da mesma forma evite tratamentos dermatológicos como peeling e laser, caso suas férias seja em ambientes quentes e com sol. Se não abrir mão desses tratamentos nas férias, você deverá usar um bloqueador solar, óculos escuros e chapéu.
Quanto ao ácido hialurônico, apesar de ter o nome “ácido” não tem nada de ácido e é um excelente hidratante além de ter o potencial de conseguir preencher os espaços existentes entre as células dando volume, sustentação e elasticidade a pele. É uma ótima alternativa para as férias quando os outros cremes antienvelhecimento devem ficar guardados no armário. Além disso, ele tem a capacidade de reter e fixar a água na pele protegendo contra o ressecamento causado pelo sol, piscina e mar.
Na hora de escolher o hidratante prefira os emolientes que tem maior poder de penetração. Já os umectantes têm moléculas que atraem e seguram a água na pele impedindo que ela resseque. Este tipo de produto apenas protege contra a perda de água e deve ser aplicado na pele ainda úmida, logo após o banho.  Estas substâncias costumam estar presentes nos dermocosméticos para auxiliar também a hidratação.  Quanto ao tipo oclusivo deve-se ter atenção especial. Como o nome já diz, ele cria uma barreira protetora, porém não tem ação hidratante. Por isso, deve ser o último creme a ser aplicado com o objetivo de manter a hidratação, selando a pele. Jamais aplique sem ter passado anteriormente o hidratante sob o risco de tornar sua pele ainda mais ressecada.

Hidratantes comuns ou Pós Sol?
Os dois tipos são igualmente eficazes no quesito hidratação. A diferença entre eles está nos ingredientes usados na formulação. Os Pós Sol são acrescidos de substâncias calmantes, anti-inflamatórias e oferece mais frescor a pele sensibilizada pelo sol. Combate a vermelhidão e a ardência, acalma a pele, ajuda a prevenir a descamação, além de alguns deles terem substâncias que mantém o bronzeado por mais tempo.
Algumas das substâncias mais utilizadas no Pós Sol são: Aloe Vera, Pantenol, manteiga de Karité, óleos ricos em ômega 3, ativos anti-inflamatórios como alfa bisabolol e nicotinamida, ureia (potencializa a ação da hidratação) e a poderosa vitamina E (previne as rugas e linhas de expressão).  Viu só? Se você estava preocupada com os dermocosméticos que teria que abandonar nas férias, já pode se beneficiar com os Pós Sol que contenham vitamina E na composição.
Ah… e não esqueça do protetor labial. Você não vai querer fazer suas selfies de férias com os lábios rachados, não é!?! Retoque sempre após beber e comer e fique diva nessas férias!

CUIDADO REDOBRADO: O USO DO PROTETOR SOLAR NAS FÉRIAS

imagem CUIDADO REDOBRADO: O USO DO PROTETOR SOLAR NAS FÉRIAS

Se no dia a dia o uso do protetor solar já é considerado fundamental, imagine a importância do produto em época de férias! Com as altas temperaturas do verão e mais tempo ao ar livre, todos nós ficamos mais expostos às lesões na pele; do câncer às queimaduras, ou “simplesmente” as manchas ou o envelhecimento precoce, não importa. Por mais grave ou menos inofensivo que possa aparentar você precisa se proteger contra os danos causados pelos raios de sol.
Pessoas com pele mais clara, loiras ou ruivas, de olhos claros, ou que tenham sardas, normalmente, se queimam em vez de se bronzear e, por isso, correm um risco maior de desenvolver o câncer de pele. Quem tem excesso de pintas também têm chances aumentadas.
Mas não se iluda acreditando que quem tem pele mais escura é mais protegida e não precisa se prevenir. Este grupo, que inclui também os orientais, deve ficar atento às extremidades do corpo. Aconselha-se observar com frequência a planta dos pés e a palma das mãos à procura de manchas escuras, pois nessas etnias, existe uma propensão maior ao desenvolvimento de melanomas em extremidades, diferentemente das regiões que acomete quem tem a pele branca.
Da mesma forma, a altitude exerce uma forte influência no desenvolvimento do câncer de pele. Pessoas que vivem em regiões mais altas por muitos anos, tendem a ser mais expostas aos raios ultravioletas do que aquelas que vivem em regiões de menor altitude ou ao nível do mar. Portanto, tudo isso, inclusive a predisposição genética, deve ser levada em conta quando se quer determinar os parâmetros de riscos de contrair o câncer de pele. Porém, a grande verdade é que qualquer um pode desenvolver este tipo de câncer e o uso do protetor solar é indispensável para todos os grupos étnicos e faixas etárias.

Mas o que é o câncer de pele?
Câncer de pele é qualquer crescimento maligno na pele. De maneira geral, há dois tipos principais de câncer de pele: o melanoma e o não melanoma. Quando uma pinta aumenta de tamanho, muda de cor, coça ou ulcera, deve-se procurar um dermatologista para ver se não é melanoma. O melanoma é a forma mais fatal de câncer de pele, porque tende a se disseminar e atingir diferentes órgãos. Os outros tipos de câncer de pele raramente se espalham para outras áreas que não a superfície da pele (não melanoma). Mas o melanoma, por ter essa capacidade de entrar em metástase, é terrivelmente letal. Metástase é quando a célula cancerígena de um tumor se espalha para outros órgãos através dos vasos sanguíneos ou linfáticos formando um novo tumor neste órgão alcançado. No câncer de pele melanoma, os órgãos mais atingidos por metástase são o fígado, pulmão, ossos, cérebro e músculos.

Como a exposição ao sol ajuda a contrair essa doença?
No decorrer da vida recebemos, de forma direta ou indireta, ação dos raios ultravioleta que, pouco a pouco, vão determinando certas alterações na pele. A exposição ao sol é representada durante a vida de forma cumulativa. Crianças que sofreram queimaduras de sol excessivamente devem ter cuidados redobrados na idade adulta e jamais dispensar o filtro solar para reduzir os riscos de câncer de pele.
Os efeitos dos raios ultravioletas (U. V.), devam ser bem conhecidos para que possam ser bem gerenciados. Os mais importantes destes raios, são o UVA e o UVB.  A diferença entre eles é que o UVA penetra profundamente na pele, enquanto o UVB atinge apenas a camada mais superficial.

RADIAÇÃO UVA – Mais intensa antes das 10h e após as 16h
Apesar de parecerem menos inofensivos por proporcionarem um bronzeado mais bonito (estimulam a melanina), são esses os raios responsáveis pelo envelhecimento da pele: altera as fibras elásticas e de colágeno, provocando rugas, perda da elasticidade e manchas. Também é esta radiação que atinge a camada mais profunda da pele, desencadeando o tipo de câncer mais letal, o melanoma.
São esses os raios que também induzem a produção de manchas na pele (melasma): mulheres grávidas ou as que fazem uso de hormônios e anticoncepcionais são as mais atingidas.

RADIAÇÃO UVB – Predomina das 10h às 16h
É a que confere a cor vermelha e provoca queimaduras de sol.  A vermelhidão se intensifica, normalmente, algumas horas após a exposição solar. Por isso só vemos o “seu efeito” depois do banho ou à noite. É a principal responsável pelas alterações celulares que predispõem as lesões pré-cancerosas e o câncer de pele não melanoma.

COMO ESCOLHER O FILTRO SOLAR
O fator de proteção deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele e com o tempo de exposição ao sol. Para calcular, você deve multiplicar o fator do filtro pelo tempo médio em que a pele começa a ficar vermelha. Por exemplo, se a pele fica vermelha a partir de 20 minutos de incidência do sol, o uso do filtro 15 irá proteger por 300 minutos (5 horas), sem considerar os fatores externos como suor e a água, situações que necessitam de reaplicação antes deste tempo. A vantagem do FPS mais alto é que quanto maior o número, menor será a necessidade de reaplicação do produto.

Como regra geral, no verão, utilize no mínimo:
FPS 30: loiros e ruivos ou quem nunca se bronzeia e sempre se queima;
FPS 20 a 25: para quem sempre se queima e às vezes se bronzeia;
FPS 15: pele morena ou para quem só às vezes se queima, mas normalmente se bronzeia;
FPS 5 a 10: negros e mulatos ou quem sempre se bronzeia e raramente se queima.

 Qual a diferença entre protetor, filtro e bloqueador solar?
Filtro ou protetor são sinônimos. Eles filtram parte da radiação solar e deve ser utilizado de acordo com o tipo e tonalidade da pele. Além do FPS, alguns protegem apenas contra a radiação UVB. Para a proteção conjunta dos raios UVA e UVB leia a embalagem do produto.
Já bloqueador funciona como um espelho. Ele reflete a radiação UVA e UVB impedindo, dessa forma, que atravessem a camada da pele. Por isso não ficam transparentes ao ser aplicado, restando uma camada branca (alguns possuem tonalidades) sempre aparente. Indicado para pessoas com pele muito clara e sensível, nas cicatrizes ou após peeling e tratamentos com dermocosméticos que reagem à luz do sol.

A MANEIRA CORRETA DE APLICAR O PROTETOR SOLAR

  • Para maior segurança, escolha um protetor com fator de proteção solar mínimo de 30, e se assegure de que ele tenha um amplo espectro protetor – isto é, que proteja contra a radiação ultravioleta A (UVA) e ultravioleta B (UVB).
  • Aplique o protetor aproximadamente 30 minutos antes da exposição ao sol e volte a aplicá-lo a cada duas horas e imediatamente depois de nadar ou suar em excesso para garantir a proteção.
  • Para quem sofre com excesso de transpiração durante a exposição solar, aconselha-se a utilização de protetores resistentes à água, que garantem mais eficácia nesses casos.
  • É necessário aplicar uma boa quantidade do produto, equivalente a uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres de sopa para o corpo, uniformemente, de modo a não deixar nenhuma área desprotegida. Não esqueça das orelhas!
  • Preste atenção na data de validade do seu protetor guardado em casa. Usar filtro solar vencido além de não proteger do sol, pode provocar reações alérgicas.

USO DO PROTETOR SOLAR EM BEBÊS E CRIANÇAS COM MENOS DE 2 ANOS

  • Apenas os bebês até os seis meses de idade não devem fazer uso do protetor solar. Nesta faixa etária, mantenha-os longe da exposição solar direta e ao sair de casa, proteja-os com roupas, chapéu e sombrinha. A única exceção é referente aos banhos de sol indicado pelo pediatra, necessário para ativar a vitamina D, importante na formação dos ossos. O tempo se restringe entre cinco a dez minutos por dia, quando o sol não está tão forte (antes das 10h ou após as 16h) e sem filtro solar.
  • Entre 6 meses e 2 anos, utilize um protetor solar com filtro físico (olhe na embalagem).
  • A partir dos 2 anos está liberado o protetor na categoria infantil.

A ESCOLHA DO PROTETOR DE ACORDO COM O TIPO DE PELE
Pele oleosa: opte por um protetor com textura seca, em gel ou oil free (sem óleo).
Pele seca: prefira a versão creme ou óleo.
Pele normal: loção ou qualquer uma das opções.
Alérgicos: algumas marcas oferecem fórmulas sem fragrância e hipoalergênicas.

E boas férias!

ADEUS COCEIRA: TIPOS DE REPELENTES E O MODO DE USAR

imagem ADEUS COCEIRA: TIPOS DE REPELENTES E O MODO DE USAR

As férias chegaram e junto com elas alguns convidados não tão ilustres: os insetos. Alguns deles adoram a luz do dia e o sol, enquanto outros preferem te visitar dentro de casa e se adaptam melhor no escuro. A temperatura preferida para sobrevivência dessas criaturas é acima de 26°C.  Abaixo de 18°C, hibernam.

Os principais horários das “visitas”:
– Borrachudos ou piuns (simulídeos): as fêmeas ovopositam em pedras, galhos e folhas encontrados em cachoeiras, rios e córregos. Picam no fim da tarde. Causam intensa coceira que, normalmente, permanece por vários dias.
– Pernilongos (culex): se adaptam melhor no escuro e costumam se proteger dentro de casa e embaixo das mesas. Locais com interferências de reflexos luminosos atrapalham sua visão. O horário preferido do ataque é ao entardecer e à noite.
Aedes aegypti: são mais ativos de dia, principalmente, no início da manhã e no fim da tarde. Dificilmente picam a noite. Adoram os períodos de chuva quando conseguem se reproduzir. Preferem água parada. A picada não costuma coçar nem arder, o que dificulta a percepção.

Livrar-se deles é fundamental, já que as picadas podem não ser tão inofensivas manifestando apenas as incômodas coceiras. No caso do Aedes aegypti pode ocorrer à transmissão do vírus da Dengue, Zica, Chikungunya ou Febre Amarela, doenças debilitantes que podem até mesmo levar à morte. Os borrachudos transmitem doenças como a oncocercose, que é a segunda principal causa de cegueira no mundo. Tanto ele como os pernilongos são passíveis de provocar reações alérgicas. Por isso, além do protetor solar e hidratante, mais um item deve ser incluído na sua bolsa durante as férias: o repelente.
Tal como qualquer produto, os repelentes tem características e finalidades próprias, sendo necessárias algumas considerações sobre o uso seguro e correto desses agentes. No mercado brasileiro, há cerca de 130 repelentes registrados na Anvisa, com quatro substâncias ativas: DEET (o mais antigo), EBAAP ou IR3535 (mais seguro para menores de 2 anos), Icaridin ou Picaridin (maior tempo de duração), ou óleo de plantas do gênero Cymbopogon (citronela). Esses compostos agem formando uma barreira com odor repulsivo aos insetos, ou os confundem por interferir no funcionamento dos receptores sensoriais de suas antenas. O tempo de ação depende da concentração e do princípio ativo do repelente. Observe o modo de usar no rótulo da embalagem e confira nossas dicas:
A base de grande parte dos repelentes é o DEET, considerado o mais eficaz. Quanto maior a concentração de DEET, mais longa é a duração da proteção. Porém, existem restrições quanto ao uso em crianças. A ANVISA alerta que menores de dois anos não devem usar repelentes contendo a substância ativa DEET.

Bebês menores de seis meses: proibido o uso de repelente tópico pois pode provocar toxidade e alergia na pele. Vista-os com roupas compridas e utilize telas e mosquiteiros para a prevenção de picadas.

De seis meses aos dois anos, use com restrições. Verifique no rótulo as informações para a utilização correta, e certifique-se que o produto está indicado para a idade da criança.

Acima de dois anos: Utilize apenas nas áreas expostas do corpo. A concentração da substância ativa deve ser no máximo 10%. É fundamental a leitura do rótulo.

Concentrações superiores a 10% da substância ativa são permitidas para maiores de 12 anos.

Leia sempre as instruções no rótulo antes de aplicar o produto e veja se está indicado para a faixa etária de seu filho. Lave as mãos após a aplicação. Mantenha fora do alcance de crianças e não permita que apliquem sozinhas. Em caso de suspeita de intoxicação, remova o repelente com água e sabão, e procure assistência médica. Leve consigo para o hospital a embalagem do produto.

Gestantes: os repelentes de uso tópico indicados para gestação possuem concentrações entre 10% a 50% de DEET e são considerados seguros para o uso durante toda a gravidez. Nesta fase os cuidados devem ser redobrados para a prevenção do vírus da Zika que já causou milhares de casos de microcefalia em bebês de todo país:  trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Os bebês  nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, refletindo no formato da cabeça com tamanho inferior a 32cm. A transmissão ocorre pela picada do mosquito Aedes aegypti

Como aplicar o repelente corretamente?
Na área exposta da pele, espalhe-o de forma homogênea. Não aplique na pele irritada ou ferida. Evite o uso muito próximo das mucosas (lábios, olhos e narinas) para evitar irritação. A ação costuma se irradiar para uma distância de até 4 cm, portanto, repelente aplicado na bochecha pode não proteger o nariz e o queixo. Para uso na face, primeiro distribua o produto nas mãos e, então, espalhe pelo rosto com cuidado. Use quantidade suficiente pra recobrir a pele exposta e evite reaplicações frequentes.
Fórmulas de liberação prolongada tem excelente eficácia com menor quantidade de repelente. Para exposições demoradas, recomenda-se o uso de produtos com maior concentração e não a reaplicação seriada de produtos com menor quantidade de princípio ativo.

Reaplicação
Lugares quentes e úmidos diminui a ação do repelente sendo necessária a reaplicação. Ocorrendo picadas antes do término do tempo de ação previsto na embalagem, reaplique o produto. A aplicação deve se restringir, no máximo, a três vezes ao dia.  O excesso de repelente pode causar irritação e alergias na pele.

Como identificar reação alérgica ou toxidade ao repelente?
As reações, normalmente, se manifestam com consequências dermatológicas: dermatite de contato, prurido, urticária, angioedema, erupção bolhosa e irritação conjuntival.

O que aplicar antes: filtro solar ou repelente?
Passe primeiro o protetor solar e, após cerca de 20 minutos, aplique o repelente. Faça essa operação antes de sair de casa para evitar que o suor impeça a absorção do produto. Protetor solar com repelente na composição tem eficácia reduzida. Dependendo do tempo de exposição solar, as múltiplas reaplicações necessárias para se proteger do sol, pode causar alergia devido as substâncias ativas compostas no repelente.  Neste caso, o ideal é usar os produtos separados já que o repelente não deve ser aplicado mais do que três vezes ao dia, e o protetor necessita de várias aplicações.

Posso usar repelente na hora de dormir?
Não. Nesta situação, utilize os de tomada. Mantenha-os perto de portas e janelas, em uma distância mínima de 2 metros de você. No quarto das crianças, desligue o aparelho antes de dormirem. Também não é indicado na presença de pessoas asmáticas ou com alergias respiratórias.
Em ambientes sem ventilação, opte pelos repelentes que emitem ondas de ultrassom ou eletromagnéticas. Talvez seja necessário vários aparelhos para um resultado mais eficiente.

 Incensos e velas com substâncias repelentes são eficazes?
Tanto as velas como os incensos só garantem proteção se usados por várias horas contínuas e tendo início antes de você se expor ao ambiente.

Que tipo usar: loção, gel, creme ou spray?
Todos eles são eficazes. O melhor será sempre aquele que consiga cobrir todas as áreas expostas sem interferir nas características de sua pele. Quem tem pele seca, se beneficia da versão creme ou mesmo o óleo. Já para peles oleosas, os géis e spray são mais indicados. Homens com muito pelo, a opção em spray garante melhor resultado. O spray também é ótimo para utilizar como um reforço aplicado na roupa. A versão loção, normalmente, é usada em bebês e crianças pequenas.Observe sempre o rótulo do produto e o modo de usar. Normalmente, o fabricante já indica qual o repelente é mais apropriado para seu caso e estilo de vida.

Pesquisas indicam que os mosquitos sentem-se mais atraídos por corpos mais quentes e que liberam maior quantidade de dióxido de carbono (gás carbônico) e/ou ácido lático.

  • O ácido lático está presente no suor, portanto, exercícios ao ar livre, é um verdadeiro chamariz para os mosquitos.
  • Um metabolismo mais acelerado também produz e libera maior quantidade de ácido lático.
  • Pessoas de maior porte, da mesma forma, exalam maior quantidade de gás carbônico na respiração.
  • Mulheres grávidas costumam ser mais atacadas. Durante a gestação elas se tornam mais quentes e liberam mais dióxido de carbono (gás carbônico eliminado na respiração).
  • Se você não estiver usando repelente e estiver ao lado de alguém que o esteja, o alvo será você.

 

DICAS PARA TER UNHAS LINDAS E SAUDÁVEIS

imagem DICAS PARA TER UNHAS LINDAS E SAUDÁVEIS

Da mesma forma que os looks mudam a cada estação, as unhas e esmaltes acompanham as tendências da moda. Em 2017 o formato que prevaleceu foi o Stiletto afiado. Para 2018, a tendência são os cortes quadrados, cores vibrantes, e o azul se destacando como o tom do momento.
Os tons pastéis continuam valendo. Garante sofisticação e leveza além de combinar com qualquer roupa e ocasião. Clássico e diversificado, pode ser encontrado em várias nuances, que vão desde o tom da pele, até o rosado e o marrom bem clarinho.
Entre as cores vibrantes, o laranja e o verde chegam com tudo nesta estação. O rosa que estava em baixa em 2017, vai brilhar em 2018. Do claro ao pink, não importa: aposte sem medo de errar! O preto continua sendo o coringa para quem não abre mão desta cor. O vermelho, apesar de um clássico, desta vez, foi deixado de escanteio.

A textura do momento é brilhante: esmaltes metalizados e com glitter estão em alta. Para as mais ousadas, vale pintar uma unha de cor diferente das demais. Use a abuse também do estilo nail art (decoradas), destacando os desenhos geométricos.

Como cuidar das unhas
Nossas mãos são massacradas todos os dias. Do uso do detergente para lavar as louças até o toque constante no computador e smartphones, fica difícil conservá-las intactas e bonitas. Tente cuidar de suas unhas todas as semanas, terminando com a aplicação do esmalte ou simplesmente com uma base fortificante. Isso ajudará mantê-las fortes.
Se suas unhas são fracas, vale a pena substituir o esmalte por massagens com óleos e hidratantes, diariamente, pelo menos por uma semana ao mês. As unhas também precisam respirar e serem hidratadas. Caso não consiga se imaginar com elas ao natural, aposte na linha de produtos formulados com D-pantenol: além dos esmaltes, você pode encontrar base, fortificantes, brilhos e até removedores.
Esteja sempre atenta aos produtos usados pelas manicures. Muitos deles causam ressecamento e enfraquecimento das unhas. Por isso a importância da hidratação diária, mesmo que estejam esmaltadas. Aqui uma pequena explicação sobre a anatomia da unha para esclarecer a real importância da hidratação e o quanto é significativo saber a forma correta de lixá-las.
A parte mais importante das unhas é aquela que não se vê: a matriz. Algumas vezes, a parte superior da matriz é visível (a meia-lua), mas a maior parte dela está localizada sob a cutícula. É aí que se formam novas células que são empurradas para cima formando a lâmina (parte dura e visível da unha, a unha em si).  Esta lâmina é composta por várias camadas de queratina que se unem pela umidade e gordura existente entre elas.

Veja nossas dicas para ter unhas lindas e saudáveis:
A lixa: não deixe jamais a manicure lixar a unha por cima, pois remove parte da queratina, tornando-as mais fracas e finas.

Como lixar as unhas: use o lado mais fino e segure-a num ângulo de 45° em relação à unha. Lixe dos cantos para o centro, apenas num sentido, para evitar que as camadas das lâminas se separem. Após deixar no formato desejado, lixe a pontinha da unha para alisá-la, segurando a lixa verticalmente e trabalhando apenas em uma direção. Isso ajudará a fechar as camadas de lâminas e evitar que a unha lasque.

Cortadores de unhas: para diminuir o tamanho das unhas, prefira o alicate próprio para esta finalidade. Isso evitará que a lixe deslize de forma errada pelo excesso de movimento repetitivo, causando os danos mencionados acima. Não esqueça de verificar se o alicate está afiado. Depois de cortá-las, lixe apenas para modelar.

O corte: se você optar pelo corte quadrado que é a tendência do momento, tente dar uma suave arredondada nos cantos. O formato quadrado deixa as laterais muito vulneráveis e com risco de lascar.

Espátula e alicate para cutícula: a cutícula serve como barreira de proteção contra fungos e bactérias. Portanto, não deve ser totalmente removida com o alicate de cutícula. A melhor solução é usar o hidratante para amolecê-las e depois empurrar com a espátula. Caso prefira um produto específico, já existe no mercado nacional, cremes próprios para amolecer cutículas. Depois, com o uso do alicate, retire cuidadosamente apenas o excesso. Previna-se contra micoses. A unha demora de três a cinco meses para crescer da matriz até a ponta. Ou seja, melhor se precaver do que passar quase metade do ano tratando a unha, não é? Normalmente, as micoses nas unhas são originadas pela entrada de fungos por meio de pequenas lesões ou pela remoção total da cutícula. Ambientes quentes e úmidos favorecem a propagação. Por isso, é mais frequente nas unhas dos pés. Não compartilhe lixas e materiais de cutelaria. Os fungos são contagiosos em meios propícios.

A base: além de servir para uma esmaltação mais uniforme, também evita que o esmalte entre em contato direto com a unha protegendo-a dos componentes químicos usados em sua composição.

Esmaltes hipoalergênicos: formulados especialmente para quem tem alergia a esmaltes. Diferente do que você possa imaginar, os sintomas de alergia não exteriorizam nas mãos. Normalmente surge no rosto, principalmente, nas pálpebras. Se manifesta por meio de coceira, inchaço e vermelhidão. As substâncias capazes de causar alergia podem ser identificadas no rótulo dos esmaltes pelo nome Tolueno, DPB e formaldeído. Já os esmaltes hipoalergênicos são livres dessas substâncias. A única desvantagem é que demoram mais para secar, tem menos variedade de cores e a durabilidade é menor. Mas isso é o de menos! Agradeça, por pelo menos, poder esmaltar as unhas.

Fortalecedores devem ser aplicados ANTES da base para que absorva os nutrientes.

Top coat: além de dar mais brilho ao esmalte, evita a formação de bolinhas e manchas. Também ajuda na secagem. Este é o coringa perfeito para manter seu esmalte por mais tempo: aplique você mesma uma nova camada quando perceber que a cor já está desbotando!

Spray ou óleo secante: para secagem rápida o spray é mais eficiente. O óleo é apenas uma proteção para impedir que sujeiras se fixem ao esmalte.

Acetona pode enfraquecer as unhas e deixar manchas esbranquiçadas no decorrer do tempo. Prefira os removedores de esmaltes. Atualmente é possível encontrar na versão lenço umedecido, que além de mais prático, não resseca a unha.

E jamais esqueça que todos os materiais devem ser descartáveis ou esterilizados.

OS CUIDADOS COM A PELE ANTES E DEPOIS DA MAQUIAGEM

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Não importa a idade, a maioria das mulheres adora colocar uma corzinha no rosto. A maquiagem, porém, é uma verdadeira faca de dois gumes. Ela pode te transformar em uma mulher linda e radiante ou revelar tudo aquilo que você gostaria de esconder. Existem dezenas de produtos de beleza à sua disposição. Basta saber usar. Neste artigo você vai conhecer um verdadeiro mundo de lencinhos, sabonetes e frascos para que você possa ter uma maquiagem perfeita e poder receber todos os benefícios que cada um desses componentes pode te oferecer.
Regra nº 1 – Não faz o menor sentido você gastar dinheiro com uma infinidade de maquiagens se você não souber tirar proveito delas. Para a maquiagem ficar bonita, sua pele precisa estar preparada para recebê-la. Seja inteligente: é mais fácil gastar 10 minutos por dia numa rotina com os cuidados de limpeza e hidratação da pele, do que passar horas tentando disfarçar uma pele maltratada.
O primeiro passo é reconhecer o seu tipo de pele: seca, mista, normal ou oleosa. Só depois desta etapa você estará apta a decidir pelos produtos que irão somar na sua rotina. Produtos errados ou deixar de usar os corretos podem agravar seu problema de pele.

Antes da maquiagem
Limpeza: para a maquiagem ser sua aliada e oferecer bons resultados é preciso iniciar o processo com uma boa limpeza na pele. Lave o rosto com um sabonete de limpeza facial específico para seu tipo de pele. Isso ajudará a eliminar as células mortas e a oleosidade que possam estar acumuladas, sem agredir sua pele. Use sempre água fria e faça movimentos circulares que ativa a circulação.

Tonificação: Após a lavagem, complete a limpeza com um tonificante adstringente (peles oleosas), e para peles normais ou secas, utiliza a versão refrescante. Disponíveis na forma líquida ou em gel. Veja qual é o tipo mais indicado para sua pele. Os tônicos e géis de limpeza tem a função de regular o pH da pele, eliminar os resíduos que se acumulam nos poros, além de suavizar, acalmar e promover uma deliciosa sensação de frescor.
Você também pode optar por borrifar a água termal que oferece dezenas de benefícios e é indicada para todos os tipos de pele, principalmente, as mais sensíveis. A água termal acalma a pele, hidrata, protege contra os radicais livres, mantém a umidade e diminui a oleosidade, ou seja, têm múltiplos poderes terapêuticos com todas as boas indicações para que você possa usar sem medo de errar.  Após borrifar, deixe-a secar naturalmente para depois seguir na próxima etapa.

Nutrição e hidratação: hidrate a pele para restaurar a umidade natural e evitar que a maquiagem fique craquelada. Se você utiliza dermocosméticos antienvelhecimento ou similares, aplique antes do hidratante. Dê uma pausa entre uma e outra aplicação. No período diurno, encerre a preparação da pele com o filtro solar. Existe uma grande variedade de base com filtro solar e vice versa (protetor cor de base/tonalizante). É uma boa alternativa caso encontre algum que se assemelhe ao seu tom de pele.

Dica: ao aplicar o hidratante, desenvolva o hábito de massagear o rosto, que além de aliviar a tensão, estimula a circulação mantendo a pele mais jovem. Faça movimentos circulares com as pontas dos dedos até o produto penetrar profundamente. Observe se o produto é compatível com seu tipo de pele: oleosas e mistas, o ideal é a versão gel ou loção. Para peles secas é indicada a versão creme.
Pronto! Comece a se maquiar.  Inicie pelo primer, que é considerado um produto pré-maquiagem, e consegue dar um UP a mais no seu make. Ele tem a função de uniformizar e pele, minimizar os poros dilatados e diminuir a oleosidade permitindo que a maquiagem se fixe por mais tempo.

Base ideal para cada tipo de pele:
Seca: Prefira base que contenha óleo e blush em forma de creme que ajuda a diminuir as linhas de expressão e rugas.
Mista: Base sem óleo na composição. Não use hidratante na zona T do rosto.
Oleosa: Base e blush sem óleo para impedir que a pele fique brilhante e surjam espinhas. Prefira o pó compacto: ajuda a disfarçar a oleosidade.

Como remover a maquiagem
Remover a maquiagem é tão importante como preparar a pele para recebê-la. O rosto necessita “respirar”.  É durante o sono que a pele absorve melhor os nutrientes dos cremes. Coloque a preguiça de lado e acorde princesa tal como você se sentiu ao se maquiar. Dormir com maquiagem, obstrui os poros e é meio caminho andado para formação de cravos e o envelhecimento precoce. E você também não vai querer que sua pele absorva sujeira durante a noite, não é?!
De todos os demaquilantes existentes no mercado, o mais prático é a água micelar. Além de remover a maquiagem ela tem múltiplas funções: é capaz de limpar, higienizar, tonificar e hidratar todos os tipos de pele. Por não conter álcool, parabenos, perfumes, sabão ou corantes em sua composição, pessoas com pele sensível, oleosa ou alérgicas, também podem fazer uso da água micelar no lugar do tônico, hidratante ou demaquilante, e ainda manter o pH da pele equilibrado. Ela apenas não remove maquiagens à prova d’água. Nesse caso, será necessário um demaquilante específico para esta finalidade.
A água micelar é um líquido com aparência de um tônico e deve ser aplicada com algodão, até ele ficar completamente limpo. Não necessita de enxague. Após a remoção da sujeira, o produto deve permanecer na pele para você usufruir dos benefícios de todos os ingredientes. Existe também a versão em lenços umedecidos, bem mais prática.
Se optar pela limpeza tradicional, repita a operação que usou antes de se maquiar. Lave o rosto com água fria e sabonete facial, aplique o tônico, seguido do hidratante ou seu creme antiidade e bons sonhos!

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