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repelentes

O modo correto de usar os repelentes

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Não importa se é dia ou noite. Se você está dentro ou fora de casa. Os terríveis mosquitos necessitam de sangue humano para alimentar e amadurecer seus ovos. Por isso, só as fêmeas picam. As duas espécies mais urbanas são o Culex (conhecido como pernilongo) e o Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya, Zica e Febre Amarela.

O pernilongo é mais agitado, já chega fazendo barulho. O Aedes aegypti, apesar de ágil, é discreto e silencioso. Também é mais perigoso por ser capaz de transmitir doenças. Independente das diferenças, ambos conseguem dividir o mesmo espaço a espera de sua presa: se escondem atrás de móveis, entre cortinas e embaixo de mesas. Por isso, em bares e restaurantes ao ar livre, é comum você ser picado nas pernas ou nos pés.

No mercado brasileiro, há cerca de 130 repelentes registrados na Anvisa, com quatro substâncias ativas: DEET (o mais antigo), EBAAP ou IR3535 (mais seguro para menores de 2 anos), Icaridin ou Picaridin (maior tempo de duração), ou óleo de plantas do gênero Cymbopogon (citronela). Esses compostos agem formando uma barreira com odor repulsivo aos insetos, ou repelem os mosquitos por interferir no funcionamento dos receptores sensoriais de suas antenas. O tempo de ação depende da concentração e do princípio ativo do repelente. Observe o modo de usar no rótulo da embalagem. Para uso tópico (na pele), são comercializados em forma de gel, creme, loção, spray e óleo.

Por que algumas pessoas são mais picadas do que outras?

Pesquisas indicam que os mosquitos sentem-se mais atraídos por corpos mais quentes e que liberam maior quantidade de dióxido de carbono (gás carbônico) e/ou ácido lático.

  • O ácido lático está presente no suor, portanto, exercícios ao ar livre, é um verdadeiro chamariz para os mosquitos.
     
  • Um metabolismo mais acelerado também produz e libera maior quantidade de ácido lático.
     
  • Pessoas de maior porte, da mesma forma, exalam maior quantidade de gás carbônico na respiração.
     
  • Mulheres grávidas costumam ser mais atacadas. Durante a gestação elas se tornam mais quentes e liberam mais dióxido de carbono (gás carbônico eliminado na respiração).
     
  • Se você não estiver usando repelente e estiver ao lado de alguém que o esteja, o alvo será você.

A MANEIRA CORRETA DE USAR O REPELENTE

  1. Não aplique repelentes em bebês com menos de seis meses de idade. Pode provocar toxidade e alergia na pele. Vista-os com roupas compridas e utilize telas e mosquiteiros para a prevenção de picadas.
     
  2. Dos seis meses aos dois anos, use com restrições. Verifique no rótulo as informações para a utilização correta, e certifique-se que o produto está indicado para a idade da criança. A ANVISA alerta que crianças menores de dois anos não devem usar repelentes contendo a substância ativa DEET.
     
  3. Acima de dois anos: não permita que crianças apliquem repelentes sozinhas. Evite a área do rosto. Utilize apenas nas áreas expostas do corpo. A concentração da substância ativa deve ser no máximo 10%. É fundamental a leitura do rótulo.
     
  4. Concentrações superiores a 10% da substância ativa, são permitidas para maiores de 12 anos.
     
  5. Ocorrendo picadas antes do término do tempo de ação prevista na embalagem, reaplique o repelente. A aplicação deve se restringir, no máximo, a três vezes por dia.
     
  6. Nas áreas expostas da pele, espalhe o repelente de forma homogênea. Não aplique nas mucosas (lábios, olhos e narinas) para evitar irritação. A ação costuma se irradiar para uma distância de até 4 centímetros, portanto, repelente aplicado na bochecha pode não proteger nariz e queixo. Lave as mãos após a aplicação.

    Atenção: o excesso de repelente pode causar irritação e alergias na pele.
     

  7. Lugares quentes e úmidos diminui a ação do repelente sendo necessária reaplicação.
     
  8. Na praia ou na piscina: passe primeiro o protetor solar e, após cerca de 20 minutos, aplique o repelente. Faça essa operação antes de sair de casa para evitar que o suor impeça a absorção do produto. Bloqueadores que contenham repelentes tem eficácia reduzida.
     
  9. Evite dormir com repelente no corpo. Utilize os de tomada. Mantenha-os perto de portas e janelas. Não durma próximo a ele: deve estar, no mínimo, a 2 metros de distância. No quarto das crianças, desligue o aparelho antes de dormirem. Também não é indicado na presença de pessoas asmáticas ou com alergias respiratórias.
     
  10. Em ambientes sem ventilação, opte pelos repelentes que emitem ondas de ultrassom ou eletromagnéticas. Talvez sejam necessários vários aparelhos para um resultado mais eficiente.

Contrário da picada do pernilongo que apenas causa incômodo ou alergia em pessoas susceptíveis, o Aedes aegypti pode causar doenças e até matar. Por isso, é importante ter consciência que a prevenção é o primeiro passo para sua proteção: comece eliminando recipientes e limpando locais que possam acumular água: são eles os maiores criadouros dos mosquitos. 

desodorantes: qual o melhor para seu tipo de pele?

O desodorante ideal para seu tipo de pele e estilo

imagem desodorantes: qual o melhor para seu tipo de pele?

O suor excessivo ou o mau cheiro nas axilas, nem sempre é descuido de higiene ou “desodorante vencido”. Também não tem relação com o sexo. Homens e mulheres podem sofrer deste problema.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a hiperidrose (doença que provoca sudorese excessiva) atinge 176 milhões de pessoas no mundo. Quando possui o odor desagradável é chamada de bromidrose.

A bromidrose é um quadro que ocorre com mais frequência em determinadas raças por características próprias de constituição da derme. Negros e orientais são os mais atingidos. É influenciada também por questões nutricionais, ambientais e ocupacionais. Pode acometer da mesma forma os diabéticos, mulheres que apresentam alterações hormonais, os fazem uso de alguns tipos de antibióticos, pelo abuso de álcool ou alimentos que alteram o odor do corpo como a pimenta, alho, cebola etc.

Já o excesso de suor (hiperidrose) é mais comum em pessoas com maior quantidade de pelos, pois além das glândulas sudoríparas espalhadas por toda a derme, cada pelo é constituído por uma glândula sudorípara adicional.

Também o estresse, a angústia e a tensão liberam mais adrenalina, o que provoca aumento da sudorese.

Alguns indivíduos podem ter apenas a hiperidrose, e outros a bromidrose. Mas normalmente, quem é acometido pelo excesso de suor acaba sofrendo também com o mau cheiro. A causa é a proliferação de bactérias que utilizam os componentes do suor, da glândula sebácea dos pelos, e restos celulares como substrato alimentar. Ao entrar em contato com os fungos e bactérias presentes na parte exterior da pele, provocam o mau cheiro.

Existem vários tipos de desodorantes no mercado e cada um deles tem uma finalidade específica. O tempo de ação também depende do produto. Observe o rótulo. Quanto as versões femininas e masculinas, a diferença está basicamente na fragrância, já que o suor tem influências multifatoriais e independe do sexo. O dermatologista Prof. Dr. Luiz Carlos Cucé, orienta a forma de uso e os cuidados necessários para prevenir o mau cheiro e/ou o excesso de suor.

Desodorante e antitranspirantes tem funções diferentes

Desodorantes: agem apenas contra o odor do suor eliminando as bactérias que causam o mau cheiro. Nem todo desodorante é antitranspirante, mas todos antitranspirantes atuam também como desodorante.

Antitranspirantes e antiperspirantes: bloqueiam o ducto das glândulas sudoríparas diminuindo a produção do suor. São sinônimos e não apresentam diferença entre si. Indicado para homens e mulheres com suor excessivo.  

Pessoas com tendência a furúnculos ou com pele sensível devem ficar atentas. Os antitranspirantes por reter o suor, podem obstruir os poros e provocar furúnculos.

Hipoalergênicos: baixo poder de causar alergia, o que não significa que não cause alergia.

MAU CHEIRO E HIGIENE

Quem apresenta o quadro de bromidrose não pode descuidar da higiene. A atenção deve ser redobrada, principalmente, no verão.

  1. Tome pelo menos dois banhos por dia. As dobras existentes nas axilas têm capacidade de reter mais fungos e bactérias.
  1. Se sentir mau cheiro e não puder tomar um banho, lave as axilas com água e sabão para depois passar o desodorante. Jamais aplique por cima das axilas cheirando mau.
  1. Use sabonete antisséptico.
  1. Seque bem as axilas. A umidade dilui os componentes do desodorante/antitraspirante.
  1. Observe no rótulo o tempo de ação do produto. Reaplique uma hora antes para evitar o “desodorante vencido”. Lembre-se que ambientes quentes, roupas abafadas ou excesso de movimentos podem reduzir o tempo de ação do desodorante.
  1. Roupas sintéticas não absorvem a transpiração e, consequentemente, mantêm a umidade do suor nas axilas. É um “prato cheio” para as bactérias que causam o mau cheiro. Evite!
  1. Mantenha-se depilada(o): pelos nas axilas são um ninho perfeito para as bactérias e fungos (o que explica porque os homens sofrem mais com o mau cheiro).
  1. Não use antitranspirantes por períodos prolongados. Alterne com o desodorante para evitar alergias e dermatites. Use duas semanas de antitranspirante e descanse uma, aplicando desodorante.
  1. Caso esteja usando corretamente o desodorante ou antitranspirante sem o efeito desejado, tente outra marca.
  1. Uma dica que ajuda a potencializar o efeito do produto é aplicar leite de magnésia nas axilas antes do desodorante. Outra opção é, após o banho, passar bicabornato de sódio nas axilas ainda molhadas. Não enxugue. Após secar naturalmente, passe o desodorante ou antitranspirante.

TIPOS DE PELE

Peles sensíveis: evitar os antitranspirantes ou desodorantes com propriedades adstringentes.

Alérgicos: devem evitar o uso de produtos comerciais pois, além dos princípios ativos do desodorante/antitranspirante, existem conservantes e/ou fragrâncias que podem causar alergia. Para pessoas alérgicas é indicado o uso de produtos manipulados.

Pacientes com hiperidrose e/ou bromidrose que sejam alérgicos ou que tenham pele sensível, a alternativa é paralisar as glândulas sudoríparas por meio de injeções de toxina botulínica nas axilas. A aplicação é feita, normalmente, a cada seis meses. Diminuindo a sudorese, há uma redução na proliferação de bactérias.

Esportistas: algumas marcas oferecem ação extra para o corpo em atividade. Contrário de outros desodorantes e antitranspirantes que podem evaporar ao longo do dia, nestes, são acrescidos microcápsulas em sua fórmula que se rompem de acordo com seus movimentos. Proteção total durante a atividade física.

PRINCIPAIS FORMAS DE APLICAÇÃO

Spray/aerossol: práticos e refrescantes tem a vantagem de secar bem rápido. A desvantagem é que o excesso de pelos nas axilas pode impedir a absorção total.

Roll-on: rápida absorção e com duração superior ao spray. Pessoas com pele sensível devem evitar este tipo, pois pode provocar atrito na pele e favorecer o aparecimento de dermatite de contato. Não utilize sem estar com as axilas bem lavadas para não contaminar o aplicador com bactérias.

Creme: ideal para peles sensíveis. Tem o mesmo efeito do roll-on com a vantagem de não irritar as axilas por ser aplicado com as próprias mãos. Normalmente possuem hidratantes em sua composição. Lave as mãos antes de colocá-las no pote.

Stick: semelhante ao roll-on. Apenas não possui aplicador e tem a vantagem de secar mais rápido. A desvantagem é uma maior chance de deixar manchas brancas na roupa.

CUIDADOS QUE VEM DO BERÇO

Descubra os produtos de higiene mais indicados para a pele sensível das crianças

imagem CUIDADOS QUE VEM DO BERÇO

A pele delicada dos pequenos merece atenção especial. As crianças, independentemente da idade, possuem a pele mais fina que os adultos. Nos bebês, as glândulas sebáceas ainda não estão totalmente desenvolvidas, o que deixa a pele seca e mais suscetível a absorção de substâncias tóxicas.

Para evitar alergias e outros problemas de saúde, o ideal é utilizar somente cosméticos específicos para cada fase da vida. “Os xampus, condicionadores, sabonetes e hidratantes indicados são os fabricados com a ausência de substâncias irritantes ou alergênicas, com ativos suaves, com a redução do perfume e com o PH adequado para a pele da criança”, comenta Valéria Campos, especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A dermatologista também salienta que a linha de produtos infantis é recomendada até os dez anos ou com a chegada da puberdade, quando a pele começa a se assemelhar com a de um adulto.

Que delícia de cheirinho!

As colônias e talcos sempre foram tema de polêmica quando o assunto é o cuidado com a pele dos bebês. A médica explica: “o talco é necessário, mas cuidado ao aplicá-lo, pois ele é formado por partículas minúsculas que podem ser facilmente inaladas. As colônias devem ser evitadas pelo menos até o segundo ano de vida, no entanto, se os pais fizerem questão do cheirinho de perfume, a dica é colocar algumas gotinhas somente na roupinha, sem contato com a pele”, explica Valéria Campos.

Entre as trocas de fraldas

As mães de primeira viagem sempre apresentam dúvidas quando o assunto é a higienização após a troca de fraldas, principalmente por conta das tão temidas assaduras. Valéria recomenda que a assepsia seja realizada com água e pouco sabonete. E que se for necessário o uso dos lencinhos umedecidos, que eles sejam escolhidos com a formulação mais suave e neutra. Ela ainda conta que o uso de pomadas com dexpantenol é importante para evitar assaduras.

Já ouviu falar na dermatite de fraldas?

Como o nome já sugere, a alergia ocorre na região limitada pela fralda. Vermelhidão local e pápulas (erupções cutâneas) são os principais sintomas. A doença pode ocorrer por diversos motivos, entre eles: deficiência na troca de fradas, acidez fecal, alergia à determinada marca de fralda, pomada ou lencinho de limpeza. É importante ressaltar que somente o médico poderá diagnosticar corretamente o problema e sugerir o melhor tratamento.

mantenha a postura

Saiba como aliviar e prevenir as dores causadas por movimentos repetitivos

imagem mantenha a postura

É cada vez mais comum ouvir as pessoas reclamarem de algum tipo de dor, queimação, dormência ou formigamento nas mãos, punhos, antebraços, cotovelos, ombros e pescoço, após executarem movimentos repetitivos durante horas seguidas, principalmente durante o trabalho. A síndrome, conhecida como L.E.R. (Lesões por Esforços de Repetição), atualmente denominada como DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), é responsável por lesões e inflamações nos tendões, articulações, nervos e músculos, e acomete a maioria dos profissionais, que se não tratadas podem causar sérios problemas à saúde.

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, dentre os principais motivos de afastamento do trabalho por enfermidades, as lesões por esforço repetitivo entram na lista dos problemas que mais causam incapacidade temporária ou definitiva.

Sintomas e Diagnóstico

O início dos sintomas geralmente é discreto e nem sempre quem sofre com o problema se dá conta de sua ocorrência precocemente. Por serem de curta duração e de leve intensidade, são considerados, na maioria das vezes, como mau jeito ou simplesmente cansaço.  Os indícios surgem no final do expediente de trabalho ou durante produção intensa, apresentando alívio com repouso noturno e nos fins de semana. As queixas mais comuns costumam ser dor localizada, irradiada ou generalizada, fadiga e sensação de peso, falta de firmeza nas mãos e sensação de diminuição de força, desconforto, formigamento e dormência, edema e enrijecimento muscular, choque e sudorese excessiva. Aos poucos, com o passar do tempo, os sintomas surgem com maior frequência durante o trabalho e, às vezes, à noite e nos finais de semana, prologando as crises de dor intensa, muitas vezes, sem nenhum fator desencadeante aparente.

O diagnóstico é basicamente clínico. A especialista sugere que o tratamento seja global, com equipe multidisciplinar, incluindo médico fisioterapeuta, enfermeiro, terapeuta ocupacional, psicólogo e assistente social. “Essa equipe vai diagnosticar o grau da lesão, como vive o paciente, se a lesão gerou incapacidade, quais os sintomas dolorosos e qual a atividade de trabalho”, esclarece.

Tratamento

Nem sempre o tratamento apenas baseado em anti-inflamatórios e fisioterapia sana o problema. O mais importante é determinar a causa dos sintomas para eleger o tratamento adequado. Por isso, é importante que haja ação de controle dos fatores desencadeantes e agravantes, como explica a fisioterapeuta Cinthia Abufares Soares, especialista em medicina do trabalho, que orienta que todas as atividades sejam realizadas sem que haja desequilíbrio em um dos membros, respeitando as posturas neutras das articulações. “O tratamento não será eficaz se o paciente continuar movimentando o membro da lesão fazendo trabalho doméstico ou ainda se na empresa onde trabalha não tiver um planejamento para readaptá-lo à sua atividade. É importante ainda realizar pausas ou micropausas durante a atividade, permitindo que o colaborador troque de postura e não mantenha somente uma durante toda a jornada de trabalho. As recomendações são em relação às posturas das atividades de trabalho e domiciliares do paciente, bem como sobre a importância da atividade física e do fortalecimento muscular para melhorar a resistência. Um músculo resistente tem menor chance de sofrer lesão. Não podemos esquecer a importância da ergonomia e dos trabalhos preventivos nas empresas”, afirma.

Em relação à fisioterapia, Cinthia relata que é importante para diminuir a dor e tratar o músculo acometido pela lesão. “O fortalecimento muscular e o treino de propriocepção são necessários para que o músculo, antes parado devido a lesão, volte a trabalhar ainda de maneira mais lenta. Se houve incapacidade de mobilidade, a fisioterapia treina o movimento diminuído e ainda o profissional realiza orientações sobre as posturas de trabalho e posturas de atividades de vida diárias, com a finalidade de diminuir a sobrecarga muscular e articular”, diz.

Uso de computadores

Em relação às pessoas que passam horas sentadas na frente do computador, a fisioterapeuta lista alguns dos cuidados mais importantes para evitar a L.E.R. e combater os sintomas iniciais antes que eles evoluam para uma doença de desenvolvimento completo:

  • Joelho 90 graus.
     
  • Cotovelos 90 graus e próximos a linha lateral do corpo.
     
  • Punho neutro, sem flexão ou extensão.
     
  • Extensão da cervical não é aceita, pois pode comprimir a artéria vertebral que irriga a cabeça; por isso, o monitor deve estar de maneira que a parte superior da tela esteja ao nível dos olhos do colaborador.
     
  • Quem não alcança o chão quando sentado, deve utilizar o suporte de pés.
     
  • O mouse e o teclado devem estar sempre próximo ao corpo.
     
  • O posto de trabalho deve ser dinâmico, deixar próximo do corpo o que for utilizar para realizar a atividade.

 

DOR? FIQUE LONGE DELA!

Mudanças simples na rotina podem ajudar a melhorar as dores no corpo.

imagem DOR? FIQUE LONGE DELA!

O modo como vivemos está significativamente ligado à nossa saúde e bem-estar. É aí que vemos a importância dos nossos hábitos diários. Mesmo com rotinas longas e estressantes é importante nos dedicarmos a um cuidado maior do corpo e da mente, afinal, se não for feita a prevenção teremos uma série de complicações, como dores no corpo e na cabeça, e será necessário pausar a rotina para realizar tratamentos.

Experiência sensitiva e emocional nada agradável, ela pode estar associada ou relacionada a uma lesão real ou potencial dos tecidos. Todavia, esses males podem ser combatidos por meio de cuidados que são essenciais para a prevenção de doenças, como exercitar-se diariamente, alimentar-se e dormir bem, ter bons hábitos de higiene, gerenciar e diminuir o estresse, evitar o consumo de álcool e cigarros, entre outros. 

“A dor é um sinal de alerta capaz de mudar nosso comportamento e ativar mecanismos de proteção. Porém, quando persistente, deixa de ser nossa aliada e adquire efeito inverso”, afirma a fisioterapeuta Juliana Barcellos, diretora-secretária da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED).

A queixa de pessoas que sentem algum tipo de dor é comum nos consultórios médicos. De acordo com estimativas da Associação Internacional para o Estudo da Dor – IASP, cerca de 80% da população mundial sente algum tipo de dor aguda, que é aquela que surge repentinamente e tem sua duração limitada, e 30% são afetadas de forma crônica, que é o tipo de dor que persiste em ficar, mesmo que as causas já tenham sido tratadas ou eliminadas.

Dor crônica – um alerta de que algo não vai bem

Juliana explica que na teoria define-se como dor crônica aquela que persiste por mais de seis meses ou com tempo de duração superior ao período normal de cicatrização da lesão, e que é necessário incluir vários fatores biológicos, psicológicos e sociais para diagnosticá-la. Por isso, é muito importante ficar atento às dores e procurar um especialista o quanto antes.

“As mais comuns são as dores de cabeça (cefaleias, enxaquecas, entre outras) e as dores nas costas (lombalgias, cervicalgias, dorsalgias, com ou sem irradiação para os membros). As principais causas são a associação de doenças metabólicas como diabetes e obesidade; hábitos de vida sedentários, etilismo e consumo de tabaco; sobrecargas de estresse emocional ou físico, características genéticas, além de serem mais comuns na população feminina”, relata.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico exige exame clínico minucioso realizado pelo médico, além de testes complementares para identificação de possíveis patologias com sintomas similares. O tratamento, por sua vez, implica na atuação de equipe multidisciplinar para abordar a variabilidade de fatores biopsicossociais de persistência e intensificação da dor. “Tratamento farmacológico, fisioterapia e psicoterapia destacam-se por proporcionar mudanças de comportamento e percepção de situações que poderiam ser avaliadas com a dor potencial”, orienta.

Boa Postura

Uma das causas mais comuns de dor são os erros de postura. Ficar o dia todo sentado de forma incorreta, carregar peso, usar uma mochila muito pesada nas costas, por exemplo, são ocorrências que devem ser evitadas, pois contribuem para que a pessoa desenvolva, entre outras, as temidas dores nas costas, no pescoço, nos braços e nas pernas.

Para a fisiatra Isabel Chateaubriand, especialista em dor e coordenadora do serviço de reabilitação do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, cuidar da postura e realizar alongamentos diariamente é um hábito a ser alcançado tanto no trabalho quanto em casa.

“Buscar uma maior simetria e posições ergonômicas favoráveis durante o trabalho e seu percurso, evitando permanecer sentado por muito tempo; parar em intervalos regulares para realizar alongamentos e aliviar a hiperpressão dos discos lombares que a postura sentada acarreta (ao ficar de pé e espreguiçar); adequar à altura do assento para a sua altura e tamanho; usar encostos ou almofadas firmes e macias; em casa, ao dormir, deitar-se preferencialmente de lado, com um travesseiro entre as pernas são atitudes que contribuirão para a prevenção e melhor gerenciamento da dor”, esclarece.

Como amenizar as dores?

Cólicas menstruais: é possível prevení-las. Praticar exercícios físicos colabora para a redução do fluxo menstrual graças à liberação da endorfina, o hormônio que gera a sensação de satisfação. Para amenizar as cólicas, uma técnica simples é colocar uma bolsa de água quente na região pélvica quando ela começar a dar sinais de que está vindo, pois o calor dilata os vasos sanguíneos, relaxando e diminuindo a dor.

Dor de cabeça: massageie as têmporas e a nuca. Esta massagem aplica pressão nas têmporas, que se localizam na região lateral da testa e na nuca e na cabeça, ajudando a aumentar a circulação sanguínea e a relaxar os músculos, aliviando a dor de cabeça.

Viva melhor

  • Durma bem: dormir é muito importante tanto para a parte física quanto para a mente;
  • Faça pausas no trabalho: ficar em frente ao computador por horas deixa o pescoço e os ombros doloridos. Vale a pena fazer uma pausa;
  • Tire a tensão dos braços: um simples descanso de antebraço junto ao teclado tem o poder de reduzir o estresse nos ombros e no pescoço;
  • Pratique exercícios físicos: exercitar o corpo é essencial para manter o peso, a oxigenação dos tecidos e proporcionar bem-estar mental;
  • Atente-se para higiene: pode parecer óbvio, mas é verdade que os hábitos de higiene fazem toda a diferença para a manutenção da saúde;
  • Alimente-se adequadamente: deixe o prato bem colorido, adicionando mais fibras e vegetais.

*Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

um colírio para os olhos!

imagem um colírio para os olhos!

Lentes de contato, ar-condicionado, poluição, pó, fumaça de cigarro, tempo em excesso na frente do computador, uso de maquiagem inadequada e clima seco podem prejudicar a lubrificação dos olhos, diminuindo a quantidade de lágrima. De vital importância para a saúde ocular, ela é responsável por dois processos: proteção e lubrificação, importantes para defender os olhos das agressões externas e manter a saúde das córneas.

Os hidratantes oculares, também conhecidos como colírios, são uma boa opção de tratamento para manter a umidade da superfície. No entanto, é necessário consultar um especialista para não fazer uso indiscriminado do medicamento. De acordo com a “Ophtalmology Journal”, até 2050, cerca de 4,8 bilhões de pessoas apresentarão problemas relacionados aos olhos.

Uma das doenças mais comuns é a Síndrome do Olho Seco, que também pode ter como causa a redução da produção do líquido lacrimal ou anormalidade biológica de seus componentes, ou seja, a lágrima pode apresentar-se em pouca ou má qualidade.

E este problema é mais comum do que se imagina. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a Síndrome atinge três mulheres para cada homem e pode ser considerada a doença ocular mais comum do mundo. “Apesar dos sintomas variarem, os mais comuns são irritação e ardor nos olhos, sensação de areia ou como se tivesse um corpo estranho, visão embaçada e incômodo nos olhos ao ficar em frente à televisão ou computador”, informa o professor doutor Gildásio Castello, especialista em cirurgia refrativa e córnea.

Diagnóstico e tratamento

Em geral, o diagnóstico para detecção do problema é clínico, porém, o especialista poderá solicitar o “Teste de Schirmer”, que serve para medir a produção de lágrima do paciente e o exame da lâmpada de fenda. “O tratamento varia de acordo com o diagnóstico e da averiguação de qual a verdadeira causa da síndrome, mas em geral, a indicação é o uso de colírios e lágrimas artificiais”, exemplifica Castello. O médico ainda salienta que os pacientes devem seguir as orientações medicamentosas do oftalmologista. Ele desaconselha a automedicação.

Pingar colírio não é tão simples assim. Para começar, lave as mãos, afinal, essa é uma região muito sensível e vulnerável. Em seguida, incline a cabeça para trás, puxe de leve a pálpebra inferior e coloque o produto em cima do olho, sem encostar o tubo.

Os diferentes tipos de produtos

  •  Vasoconstritor: é indicado para diminuir a vermelhidão dos olhos;
  •  Lubrificante: para pessoas que apresentam baixa lubrificação dos olhos e usuários de lente de contato em geral;
  •  Antialérgicos: para pacientes com conjuntivite alérgica ou com casos de coceira e irritação leves;
  •  Anti-inflamatórios: para casos pós-operatórios e doenças como conjuntivite viral e ceratite (inflamação da córnea);
  •  Antibiótico: para casos de conjuntivite bacteriana, ceratite com infecção da córnea e pós-operatórios;
  •  Anestésico: usado apenas em ambiente hospitalar ou consultórios antes de exames.

ácido hialurônico

O elixir da juventude

imagem ácido hialurônico

A pele é o espelho que reflete as diferentes fases da vida. À medida que a idade avança, há uma significativa diminuição das estruturas ósseas e ligamentares e um acentuado aumento da flacidez de pele. Assim, o que se observa em um rosto envelhecido, é uma pele mais fina e o tecido de sustentação mais reduzido, favorecendo o aparecimento de rugas.

Retardar a idade cronológica é impossível. Já a visual se consegue com a ajuda de cosméticos que atenuam os efeitos do tempo promovendo juventude e beleza facial.

O ácido hialurônico é uma dessas substâncias. Ele está naturalmente presente em nosso organismo, e além de ter um alto poder de hidratação, tem a finalidade de dar volume, sustentação e elasticidade para a pele. Trabalha em conjunto com as fibras de elastina e colágeno, conseguindo, desta forma, mantê-las íntegras e fortes.

Para você ter uma ideia, o processo de regeneração das células, em uma pessoa jovem, acontece a cada 28 a 30 dias. Aos 60 anos, este tempo sobe para 45 a 60 dias. O ácido hialurônico consegue preencher os espaços existentes entre as células por ter a capacidade de reter e fixar a água na pele protegendo contra a perda da hidratação. 

A notícia ruim, é que muito mais cedo do que se possa imaginar, essa produção começa a diminuir, e a partir dos 25 anos, já inicia uma redução contínua que se estende com o passar dos anos.

Quanto menor quantidade de ácido hialurônico no corpo, mais a pele perde a firmeza, se tornando cada vez mais seca e sem brilho, com o aspecto envelhecido.

Mas não é apenas a idade responsável pelo processo de envelhecimento. Fatores externos como exposição ao sol, poluição, tabagismo, má alimentação, estresse, excesso de álcool e falta de sono também exercem influência.

Sem contar que tratamentos dermatológicos agressivos e inadequados, sabonetes fortes e até hidratantes contendo substâncias detergentes, igualmente podem acelerar este processo.

Por isso, o importante é estar bem orientada e pensar em equilíbrio. E este é o momento de conhecer os benefícios e formas de aplicações do ácido hialurônico.

Sem dúvida, a estrela da vez é a forma injetável que tem o poder de repor o volume do rosto de forma rápida e visível. Indicado para o terço médio da face (maça do rosto), bigode chinês (linhas profundas que vão do canto do nariz até o canto boca), rugas ao redor da boca, aumento dos lábios, projeção do maxilar e queixo, além da elevação do nariz, é quase que uma “plástica” instantânea.

O preenchimento, porém, não é definitivo. A derme, que é a segunda camada da pele, onde também estão localizadas as fibras de elastina e colágeno, é altamente vascularizada e por isso absorve rapidamente o ácido hialurônico oferecendo resultados que duram apenas de 3 meses a 1 ano. A boa notícia é que mesmo assim, a pele nunca retorna ao que era antes, pois toda vez que se faz o procedimento fica uma fibrose residual que promove uma melhora ao efeito anterior ao preenchimento. Por isso, mesmo com o curto tempo de duração, os tratamentos cosmiátricos não devem ser considerados totalmente “perdidos”. Sempre deixam algo de bom, além de poder ter seu efeito prolongado com a ajuda do ácido hialurônico em forma de cremes, cápsulas e suplementos.

A manutenção com novo preenchimento poderá ser feita de acordo com a necessidade do paciente, inclusive na mesma área, sem contraindicação, desde que aplicado por médico capacitado.  O máximo que pode existir de “complicações” são inchaço local e hematomas que desaparecem em até 48 horas.

Os cremes e cápsulas com ácido hialurônico conseguem oferecer os mesmo resultados que a forma injetável?

Não, com certeza não. Porém são extremamente eficazes no processo de hidratação, importante para o viço da pele e prevenção das rugas. Quanto mais cedo você começar a cuidar da pele, melhores serão os resultados para retardar os sinais típicos do envelhecimento. Cremes a base de ácido hialurônico estão mais indicados para pessoas com pele seca ou mista. Deve ser usado diariamente, logo ao acordar, já que o ácido hialurônico protege contra perda de umidade que ocorre durante o dia impedindo a desidratação da pele. Quem tem pele oleosa deve usar com cautela, já que o creme fecha os poros e impede que as glândulas sebáceas eliminem as gorduras, provocando o aparecimento de cravos e espinhas.

Para que o ácido hialurônico consiga penetrar profundamente na pele e oferecer resultados mais eficientes minimizando linhas de expressão e rugas, deve ter o princípio ativo micronizado. Observe o rótulo. Existem várias opções deste tipo no mercado.

Quanto ao ácido hialurônico em cápsula ou suplementos, além dos benefícios para a beleza da pele, também auxilia na lubrificação das articulações e cartilagens. Quantidade insuficiente de ácido hialurônico pode refletir em articulações rígidas e movimentos dolorosos. Se seu corpo estiver carente desta substância, seu organismo vai metabolizar o ácido hialurônico e enviar para onde mais precisa. Suplementos de ácido hialurônico associados aos de uso tópico, garantem um resultado mais eficaz prevenindo o envelhecimento precoce e a saúde do seu organismo.

Não esqueça que sua pele é a primeira linha de defesa do seu corpo e que pode ser facilmente danificada tanto por fatores externos, como internos. Quer uma prova? Se olhe no espelho depois de se expor ao sol, ou após uma noite mal dormida seja por estresse ou por uma “boa” noitada na balada! Entendeu?

Hidratação por dentro e por fora é a receita de beleza do dia!

águas termais e micelar

O poder das águas

imagem águas termais e micelar

O conceito de que cuidar da pele é caro já não condiz mais com a realidade. Também o caro, nem sempre significa o melhor. Produtos simples, como as águas termais e micelar, substituem uma série de dermocosméticos e dão excelentes resultados. Além de práticos e com poder de nutrientes excepcionais, são acessíveis a todos os tipos de bolsos.

O primeiro que apareceu no mercado foi a água termal.  Usada há décadas na Europa, foi descoberta no ano de 1736, na fonte termal da cidade de Avène, uma pequena vila no sul da França. Nesta época ajudava pacientes por suas propriedades suavizantes e anti-irritantes. Mas foi apenas em 1981, que o laboratório que leva o nome da cidade decidiu usar a água termal para fins dermatológicos em forma de spray.

Em 2012 começa a ser comercializada no Brasil, a primeira versão da água 100% nacional, extraída de fontes termais situadas na Serra da Mantiqueira, em São Paulo.  Para alegria dos brasileiros, foi lançada no mercado com preços mais atraentes que suas concorrentes importadas. Atualmente existem várias opções de marcas nacionais.

As águas são classificadas pela sua composição química, fonte de origem, gases presentes e temperatura. São esses elementos que determinam se podem ser consumidas como bebida, apenas para banhos ou com finalidade terapêutica.

Quanto maior a profundidade que a água penetra no solo, mais arrastam consigo uma infinidade de substâncias nutritivas. Águas de fontes mais superficiais são mais pobres em minerais.

ÁGUA TERMAL

As águas termais são obtidas de fontes subterrâneas muito profundas, passam décadas embaixo da terra, o que possibilita absorver altas concentrações de sais minerais das rochas. Nessas fontes, a água chega a atingir uma temperatura entre 36°C e 54°C, que é o que indica que estavam armazenadas em uma profundidade bastante elevada.  É assim que ela se torna uma água extremamente pura, com pH neutro e alcalino, rica em nutrientes conferindo incríveis poderes terapêuticos. Importante: a forma de coletá-la e armazená-la é fundamental para conservar a pureza e alta concentração de vitaminas e minerais contidos nela. 

Propriedades terapêuticas: atuam como calmante e ajudam na cicatrização tendo inclusive, ação anti-inflamatória. Também é um poderoso antioxidante por conter grandes quantidades de minerais nobres importantes para a renovação das células, retardando o envelhecimento da pele.

Indicações: todos os tipos de pele, principalmente, as mais sensíveis.

Benefícios: hidrata, nutre, evita o ressecamento e alivia irritações. Protege a pele da poluição e auxilia de forma nutritiva na reposição de água perdida através da transpiração, ou em climas secos, quentes, exposição ao ar-condicionado etc.

Indicações:

  1. Protege a pele dos radicais livres
  2. Combate o envelhecimento
  3. Um excelente hidratante no clima seco ou muito quente
  4. Evita o ressecamento da pele no inverno
  5. Acalma a pele após fazer a barba ou depilação
  6. Alivia assaduras de bebês
  7. Ajuda a recuperar e acalmar a pele após queimaduras, principalmente  de sol
  8. Excelente após tratamentos dermatológicos que agridem a pele, como o peeling, por exemplo
  9. Dermatites e coceiras. Auxilia também no tratamento da psoríase e rosácea
  10. Mantém a umidade da pele em ambientes com ar-condicionado; Excelente para usar em voos longos
  11. Também pode ser usada nos cabelos para evitar o ressecamento dos fios
  12. Diminui a oleosidade da pele

Fácil de usar, normalmente são comercializadas em forma de spray e basta algumas borrifadas para começar a sentir os resultados.

Modo de usar

Como medida de hidratação, use pela manhã e a noite. Deixe secar naturalmente.  Depois passe seu hidratante ou maquiagem. Na praia, borrife antes, durante e após a exposição solar. Você pode usá-la várias vezes ao dia. Não tem contraindicação. As indicações são todas boas e nutritivas.

Nas assaduras, ferimentos, coceira, queimaduras, pós barba etc, borrife no local.

Evite guardar no calor. Pode ser colocada na geladeira para um jato mais refrescante.

ÁGUA MICELAR

Já pensou em substituir seu Kit de beleza por um único produto mágico? Lançada este ano no mercado brasileiro, a água micelar tem multifunções: ela é capaz de tonificar, limpar, higienizar além de remover maquiagens (exceto a prova d’água ou muito densas), sem causar irritações ou alergias. Por não conter álcool, parabenos, perfumes, sabão ou corantes em sua composição, pessoas com pele sensível, oleosa ou alérgicas, podem fazer uso da água micelar no lugar do tônico, hidratante ou demaquilante e ainda manter o pH da pele equilibrado.

A água micelar é uma versão mais moderna da água termal, com micelas na sua fórmula. Micelas são conjuntos de moléculas que possuem características polares e apolares. As moléculas apolares são insolúveis em água, ou seja, repelem a água. Já as moléculas polares são solúveis em água. Seria como um fenômeno químico de polarização que, ao entrar em contato com a pele, essas micelas que carregam nutrientes encapsulados, se dissolvem, e liberam os nutrientes intactos permitindo agir com mais pureza e nas camadas mais profundas da pele.

A dermatologista Gisele Torok, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o mecanismo de limpeza se dá por absorção e arrastamento das partículas de sujeiras, sem causar agressão ou irritação, respeitando o equilíbrio fisiológico da pele.

Pessoas com pele oleosa têm a vantagem de substituir o demaquilante (que normalmente contém óleo em sua composição), sem a necessidade de lavar o rosto após a limpeza e, principalmente, não agravando a oleosidade da pele.

A água micelar é um líquido com aparência de um tônico e deve ser aplicada com algodão, até a pele ficar completamente limpa. Não necessita de enxague. Após a remoção da sujeira, o produto deve permanecer na pele.  Já existe a versão em lenços umedecidos que facilitam a aplicação e pode ser levado na bolsa.

Agora você não tem mais desculpas para descuidar de sua pele. Pele bem tratada transmite bem-estar, saúde, vivacidade e disposição além de chegar a idades avançadas sem ressecamento e rugas profundas. Nunca é tarde para começar. E quanto mais cedo você cuidar da sua pele, mais benefício terá.

novembro azul

Alerta para saúde do homem

imagem novembro azul

Depois de Outubro Rosa, entra em cena Novembro Azul. Este mês é dedicado a ações para lembrar a população masculina da importância dos exames preventivos relacionados à saúde do homem, principalmente, o câncer de próstata, que representa a segunda causa mais frequente de mortes por câncer em homens com mais de 50 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, aumentam as chances de cura. O urologista Prof. Dr. Sami Arap, esclarece as principais dúvidas relacionadas ao tema:

PRÓSTATA E FUNÇÃO

A próstata é uma glândula sexual exclusivamente masculina, situada abaixo da bexiga, com o formato parecido ao de uma castanha. Tem a função de produzir o fluído que protege e nutre os espermatozoides no sêmen (esperma), tornando-o mais líquido. Cerca de 30% do volume ejaculado corresponde a secreções fabricadas pela próstata.

TUMOR NA PRÓSTATA

A próstata pode ser acometida, principalmente, por dois tipos de tumores:

  • Tumor benigno: hiperplasia benigna da próstata, também conhecida como HBP ou adenoma (tumor na glândula). Tal como o nome já diz, significa aumento benigno do tamanho da próstata. Portanto, não é câncer. No adulto saudável, a próstata pesa, aproximadamente, 20g. Na HBP pode chegar a pesar até 90g. O aumento da próstata é comum em homens com mais de 50 anos e isso não representa risco aumentado para o câncer de próstata.
  • Tumor maligno: adenocarcinoma, que é o câncer da próstata. A palavra aden vêm do grego e significa glândula. Oma, tumor. E carcinoma, câncer.

Enquanto 30 de cada 100 homens, em média, terão de se submeter a cirurgia para tratamento da hiperplasia benigna, a incidência do câncer da próstata varia com a idade e é mais alta quanto mais velho for o paciente. Pelas estimativas do INCA, em 2016, mais de 60 mil homens serão acometidos pelo câncer de próstata no Brasil.

O CÂNCER DE PRÓSTATA

Tal como os outros tipos de câncer, o câncer da próstata é resultado da multiplicação desordenada de células malignas na próstata. Em estágio avançado, essas células dirigem-se aos gânglios linfáticos (metástase) podendo alcançar, principalmente, os ossos e pulmões. O sintoma mais comum nesta fase é a dor óssea, emagrecimento e fraqueza, com elevado risco de morte.

A grande maioria, porém, cresce de forma lenta, e pode demorar entre 6 meses até 20 anos para se desenvolver, o que gera uma polêmica gigantesca quanto a necessidade da biópsia da próstata (exame que confirma o câncer), já que este procedimento pode trazer complicações desnecessárias ao paciente. O benefício da exatidão do diagnóstico não compensaria potenciais malefícios do procedimento em pacientes sem sintomas e fora do grupo de risco, pois os poucos tumores que se desenvolvem rapidamente apresentarão sintomas e, neste caso, justificaria a biópsia e o tratamento com a agilidade necessária para a cura.

FIQUE ATENTO AOS SINTOMAS

Por ter um crescimento lento, normalmente não apresenta sintomas na fase inicial. Mas pela próstata estar localizada na parte inicial da uretra e abaixo da bexiga, os primeiros sintomas que indicam o crescimento do tumor, estão relacionados a obstrução da micção, semelhantes aos que ocorrem na hiperplasia benigna da próstata:

  • Jato urinário fraco, intermitente, dificultoso e com gotejamento final
  • Aumento da frequência diurna de micção e nictúria, ou seja, acordar uma ou mais vezes durante a noite para urinar
  • Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga
  • Urgência miccional, caracterizada pela necessidade imperiosa de urinar

GRUPO DE RISCO

Idade: O câncer da próstata tem maior incidência após os 45 anos de idade. Homens acima de 65 anos representam a maioria, com 62% do total de casos. A partir de 80 anos, o câncer de próstata passa a ser muito frequente, o que não significa maior risco de morte pelo tumor.

Histórico familiar: estudos mostram que a incidência do câncer da próstata é 3 a 8 vezes maior, entre filhos e irmãos de portadores da doença.

Raça: homens da raça negra apresentam incidência e mortalidade mais elevada, em relação a indivíduos da raça branca.

Fatores hormonais: pesquisas indicam que anormalidades no metabolismo de esteroides sexuais estariam envolvidos, assim como elevados níveis de testosterona, ou ainda, alterações nos níveis de alguns hormônios da glândula da hipófise.

Alimentação rica em gorduras: também tem sido relacionada ao aparecimento do câncer da próstata, porém, estudos controlados não conseguiram comprovar essa associação, nem o possível fator protetor da vitamina A. Especula-se, ainda, sobre a influência do cádmio e do zinco na origem do processo. Porém, esses dados, e outros que especulam sobre a influência do meio ambiente, necessitam de melhor investigação. Deve-se ressaltar, entretanto, que nem a atividade sexual nem fatores infecciosos estão diretamente envolvidos.

Outros fatores envolvidos: sedentarismo e obesidade

EXAMES PREVENTIVOS

O exame preventivo do câncer da próstata consiste basicamente na realização de consulta urológica e exames subsidiários, caso necessário.

Consulta: é feita avaliação dos eventuais sintomas e, também, o exame físico, que consiste principalmente no exame digital da próstata, efetuado através de toque retal (introdução do dedo pelo ânus). O exame não é doloroso e permite a obtenção de informações muito valiosas para o médico, como o tamanho da glândula, sua consistência, presença de nódulos ou de áreas endurecidas.

Exames: a dosagem do PSA (antígeno prostático específico) é o exame de sangue mais importante e controverso na atualidade. Tem como base, o fato de que no câncer da próstata, a produção dessa substância pode estar até 10 vezes mais elevada. Porém, como medida de prevenção ao câncer de próstata, é válido apenas em conjunto com a avaliação do médico pelo toque retal e a existência de sintomas, para evitar resultado falso positivo, seguido de biópsia desnecessária em homens que não façam parte do grupo de risco.

A biópsia prostática pode, em alguns casos, causar sequelas, tais como, incontinência urinária ou impotência sexual e por isso, estes riscos não compensariam a biópsia sem indicações estritamente precisas.

Em nota, o Ministério da Saúde esclarece: “apenas os exames de PSA e toque retal, não conseguem diferenciar cânceres graves e mortais, de cânceres que cresceriam lentamente e não viriam a matar o homem. Ou seja, muitos acabam sendo expostos a eventuais complicações desnecessariamente, por uma biópsia realizada devido a um resultado de PSA falso positivo”.

A dosagem do PSA pode se apresentar elevada por outros fatores que não implica necessariamente, no diagnóstico de câncer da próstata, tais como: hiperplasia benigna da próstata, prostatites agudas, massagem prostática, relação sexual e exame de ultrassom transretal.

TIPOS DE CÂNCER E TRATAMENTO

O tratamento do câncer da próstata depende, fundamentalmente, da idade do paciente, do grau de diferenciação celular do tumor e do estágio em que o tumor se encontra: ou seja, se está restrito à próstata, se atingiu estruturas vizinhas, se comprometeu gânglios linfáticos ou órgãos à distância (metástase).

  1. Nos tumores confinados à próstata, o tratamento é cirúrgico com a prostatectomia radical (retirada total da próstata).
  2. Nos pacientes em que o tumor ultrapassa apenas localmente os limites da próstata, classicamente está indicado o tratamento com radioterapia, a qual também tem sido usada nos tumores localizados, porém com resultados de cura inferiores aos da prostatectomia radical.
  3. Os tumores disseminados para gânglios ou órgãos distantes (metástase) são tratados com hormonioterapia, a qual permite apenas o controle da doença, sem caráter curativo. O crescimento do câncer de próstata é hormônio-dependente, especificamente do hormônio masculino, testosterona. Esse tratamento tem como fundamento abolir a ação da testosterona, por meio do bloqueio de sua síntese ou de sua ação sobre a próstata. Em último caso, o bloqueio pode também ser realizado pela remoção cirúrgica dos testículos, local da síntese de testosterona.

COMPLICAÇÕES E CONSEQUÊNCIAS SEXUAIS APÓS A CIRURGIA NA PRÓSTATA

A remoção cirúrgica da próstata pode ser necessária não apenas em casos de câncer, como também na hiperplasia benigna. Os aspectos técnicos cirúrgicos e as consequências são muito distintos para cada caso.

Nos casos de câncer, já explicamos na questão anterior. Na hiperplasia benigna da próstata, o fundamento cirúrgico é a remoção apenas do tecido hiperplásico. Assim, se compararmos a próstata a uma laranja, o princípio técnico consiste em remover apenas o miolo, mantendo intacta a casca (cápsula da próstata).

Tanto a cirurgia da hiperplasia como do câncer podem ter complicações, que dependem da técnica utilizada e da habilidade do cirurgião. Em alguns casos pode ocasionar estreitamentos uretrais, provocando dificuldade para urinar ou incontinência urinária (perda do controle de micção). Quando ocorrem tais complicações, o paciente tem de se submeter à nova terapêutica para tratá-las.

Entretanto, esse tipo de cirurgia tem como consequência uma diminuição do volume ejaculado, pois, como já foi dito anteriormente, a próstata é responsável por 30% do esperma. Porém, devido às alterações decorrentes da cirurgia, o restante do líquido, no momento da ejaculação, desemboca na bexiga ao invés de sair pelo pênis. O homem passa a ter um orgasmo seco, e o esperma é eliminado junto com a urina, no momento da micção. Na prostatectomia radical, o orgasmo também é seco, porém não existe mais a formação de esperma no indivíduo. Vale ressaltar que essas alterações não alteram a libido e o prazer.

Existe um grande misticismo relacionando a próstata ao desempenho sexual masculino. É importante ressaltar que a próstata não desempenha qualquer papel no mecanismo de ereção peniana ou na libido (desejo sexual). Por outro lado, a integridade do feixe vasculonervoso (por onde passam as artérias e nervos) que atinge os corpos cavernosos do pênis é fundamental para o processo de ereção, e ele pode, com alguma frequência, ser lesado durante a cirurgia para cura do câncer da próstata, pois passa adjacente à cápsula da glândula. Dessa forma, pode ser comprometida a potência, mas não a libido do paciente. Já nas cirurgias para correção da hiperplasia benigna da próstata, a ocorrência de lesão do referido feixe é muito remota.

Mesmo que devido à cirurgia o paciente apresente distúrbio total ou parcial da ereção, deve-se lembrar, que o propósito da cirurgia é a cura de uma doença potencialmente fatal. Além disso, os avanços na pesquisa e na terapêutica da impotência sexual permitem que praticamente todos os pacientes com transtornos de ereção peniana voltem a ter atividade sexual satisfatória.

gripe e resfriado

Sintomas e tratamentos

imagem gripe e resfriado

É muito comum as pessoas confundirem gripe e resfriado. Por terem sintomas parecidos, a gripe se tornou um rótulo genérico e errado para todas as doenças do aparelho respiratório, incluindo faringite, laringite, bronquite etc. Cada uma dessas patologias é causada por vírus diferentes, e tanto o tratamento como as consequências são distintas.

A gripe é causada pelo vírus Influenza, provoca febre alta, dor muscular, nas articulações, intenso mal-estar, além de tosse e/ou dor de garganta. Quando não é diagnosticada e tratada corretamente, pode desencadear complicações como a pneumonia.

Já o resfriado não provoca febre alta. Os sintomas são coriza, espirros e um pouco de mal-estar. Às vezes vem acompanhado de dor de garganta ou tosse intensa representando um quadro conjunto de faringite, laringite, bronquite, o que não significa gripe. 

A seguir, o infectologista Prof. Dr. Vicente Amato Neto esclarece as dúvidas mais frequentes assim como os principais erros relacionados ao tratamento de gripes e resfriados.

Posso tomar antibiótico para curar a gripe mais rápido? 
Essa é uma das situações mais inadequadas que ocorrem no dia a dia. O agente causador da gripe é um vírus e antibiótico mata apenas bactérias. Tomar antibiótico para tentar curar uma gripe, além de não fazer efeito, pode trazer consequências pelo uso abusivo. Os germes vão se tornando cada vez mais resistentes e quando você realmente precisar tomar o antibiótico, pode não ser mais eficiente para a cura. Além disso, existe o risco de efeitos colaterais como reações alérgicas, diarreia e doenças no sangue.

O antibiótico só surte efeito, se junto com o quadro da gripe ou resfriado ocorrer, por exemplo, dor de garganta (faringite/amigdalite) com formação de pus (que é o que evidência a existência de bactérias). Nesse caso, o antibiótico será administrado para curar a faringite/amigdalite bacteriana e não a gripe/resfriado em si. É importante esclarecer que mesmo a amigdalite também pode ser de origem viral, e da mesma forma, não deve ser administrado antibiótico para o tratamento. A conduta neste caso é o uso de anti-inflamatórios e pastilhas para alívio da dor.

Existe remédio para vírus? Qual a diferença entre vírus e bactérias?
Vírus são minúsculos agentes infecciosos que se alojam e se multiplicam dentro das células do organismo. Cada tipo de vírus tem predileção por células de uma parte específica do organismo. No caso dos vírus da gripe e do resfriado, eles atacam as células das vias respiratórias. O maior empecilho no tratamento é eliminar o vírus, já que quase não existem remédios para as doenças virais. A dificuldade em destruir o vírus está no fato dele se alojar dentro das células, e os remédios para matá-lo, às vezes, podem eliminar as próprias células do organismo.

Já existem no mercado medicamentos seguros que agem contra o vírus da gripe, mas que surtem efeito apenas quando tomados bem no início dos sintomas. O Ministério da Saúde recomenda que todos os pacientes com sintomas de gripe e que façam parte do grupo vulnerável (gestantes, crianças pequenas, idosos e portadores de doenças crônicas) sejam medicados sem aguardar os resultados de exames laboratoriais ou sinais de agravamento da gripe. Os antivirais são encontrados nas farmácias e também oferecidos gratuitamente pelo SUS, mas há necessidade de receita médica.

Já as bactérias são germes, ou seja, organismos vivos que tem célula própria e por isso podem ser manipuladas em laboratório para a produção de antibiótico. Cada antibiótico tem características próprias e age destruindo apenas a bactéria para o qual foi formulado. O antibiótico produzido para a bactéria “X” não mata a bactéria “Y”. Por isso, alguns antibióticos, mesmo na existência de bactéria, podem não fazer efeito.

O tratamento para a gripe é o mesmo do resfriado? Que tipos de medicamentos posso usar?
Sim. O tratamento tanto para gripe como para o resfriado se resume apenas em minorar os sintomas, ou seja: repousar, beber muito líquido, alimentar-se bem, tomar remédio contra dor de cabeça, febre e dor no corpo. Quanto aos antigripais, são compostos de substâncias para tosse e dor, e as vezes um pouco de cafeína, que além de aliviar a dor é estimulante. Mas observe: nenhuma dessas medicações tem potencial de cura. O objetivo é apenas melhorar os sintomas até o ciclo do vírus passar. É importante seguir as orientações do seu médico, pois gripe mal curada pode evoluir para pneumonia e levar inclusive, ao óbito. Idosos e diabéticos merecem atenção especial.

Qual o tempo de duração da gripe?
Os resfriados duram cerca de três a cinco dias, geram apenas um desconforto que não chega a limitar as atividades diárias. A gripe é mais forte, dura em torno de uma semana, mas o paciente pode continuar sentindo ainda um pouco de mal-estar, tosse com expectoração (expulsão de catarro) ou dor de garganta. É a fase da convalescença que pode permanecer por mais duas ou três semanas.

Algumas doenças são parecidas com gripe. Portanto, se persistirem os sintomas por mais de uma semana, busque orientação médica, principalmente se você estiver grávida. O citomegalovírus e a toxoplasmose, por exemplo, se manifestam com sintomas semelhantes aos da gripe e podem provocar malformação no feto. Nesse sentido, é importante a ajuda do médico para diagnosticar a doença. Os medicamentos a serem utilizados para controlar os sintomas da gripe na gravidez devem sempre ter orientação médica. A automedicação pode causar sérios danos ao feto.

Qual o período de encubação do vírus da gripe? E qual a forma de contágio?
Existem mais de 200 tipos de vírus do resfriado e o vírus Influenza da gripe, são de três tipos (A, B e C) com vários subtipos. Todos eles são altamente contagiosos. Pessoas com queda de imunidade ou sistema imunológico fraco ficam mais propensas ao contágio. O ciclo da gripe e resfriados tem quatro fases:

  1. Contágio: partículas do vírus de pessoa infectada são transmitidas pela saliva durante o espirro, tosse ou mesmo pela fala. A contaminação também pode ocorrer por compartilhamento de objetos de uso pessoal, como copos, talheres, guardanapo, lençol, batom etc.
  2. Instalação do vírus no corpo: após o vírus conseguir entrar no organismo através do nariz ou boca, começa o período de encubação que leva em torno de 24 horas, até o início dos primeiros sintomas.
  3. Multiplicação: já infiltrado nas células das vias respiratórias, o vírus passa a se multiplicar quando então, a pessoa já tem a certeza de estar gripado/resfriado pelos sintomas tornarem-se mais fortes.
  4. Reação do corpo e cura: o sistema imunológico do organismo começa a luta para destruição dos vírus. O grau de imunidade de cada um é que determina se a gripe se torna um pouco mais curta ou se estende por mais uns dias, assim como o nível de gravidade.

Se não existe remédio para o tratamento das doenças viróticas, como o vírus é eliminado pelo corpo caso a pessoa esteja com a imunidade baixa?
Com ou sem remédios, o vírus da gripe é eliminado pelo corpo em no máximo 14 dias. Este é o tempo que leva para os anticorpos produzidos pela defesa de nosso organismo localizar o vírus, e depois destruí-los e eliminá-los. Após este período, o que pode permanecer são as complicações decorrentes da gripe.

Pacientes que não se submetem ao tratamento adequado (repouso, ingestão de líquidos e etc.), os do grupo de risco e que possuem uma resposta imunológica mais fraca, tem uma maior chance desses vírus se propagarem e migrarem para o pulmão, por exemplo, determinando o aparecimento da pneumonia. Como o pulmão é um órgão vital, e estando o paciente com seus mecanismos de defesa enfraquecidos, os vírus podem comprometer gravemente o órgão levando a pessoa à morte.

Posso pegar gripe por estar exposto ao frio?
Isso é um mito. Não é o frio que transmite os vírus da gripe/resfriado e sim a aglomeração de pessoas em lugares fechados comuns na época de frio que facilita a contaminação. Também, os vírus sobrevivem por maior tempo em temperaturas baixas e ambientes fechados o que colabora para o contágio.

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